Quarta, 30 de Setembro de 2020
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Quinta, 06 Agosto 2020 00:35

Covid-19: Sociedade angolana exige exoneração de Eugénio Laborinho

Boa parte de internautas, tem estado agastada com o frequente número de novas infecções de covid-19 no país, em consequência de violações da cerca sanitária de Luanda, alegadamente com envolvimento de efectivos da Polícia Nacional.

Segundo constatou Angola24Horas, a questão que não se quer calar, tem que ver com a demora do Executivo angolano, em afastar da pasta, o ministro do Interior, Eugénio Laborinho, pois para estes, aquele responsável tem sido muito tolerante desde o registo dos primeiros casos, após incumprimento de ordens superiores por parte de uma alegada filha deste.

Recorda-se que, a 18 de Março do ano em curso, informações postas a circular denunciavam uma atitude não correcta de uma suposta filha do ministro, quando estava previsto que todos passageiros do voo em que se encontrava teriam ido aos centros de quarentena, tendo está se recusado, justificando um mal-estar, facto que terá influenciado outros cidadão a optar por desobediência às ordens do MINSA.

As declarações de vários cidadãos nas redes sociais, principalmente, acusam as autoridades policiais de estarem a ser subornadas para ignorarem a cerca sanitária de Luanda, que dizem ser a causa de inúmeros casos de coronavírus registrados recentemente, nas demais províncias angolanas.

"Para quando o afastamento do ministro do Interior? Qual é o papel que tem desempenhado, sendo o seu órgão o principal que desobedece ao Decreto Presidencial?" questionam avançando que esperam sua exoneração com bastante expectativa. Informações há, por exemplo, que dão conta de que, alguns moradores de distintos pontos da Lunda Norte e Sul, dizem estar em pânico por causa dos primeiros testes positivos de Covid-19, naquela região e atribuem a culpa às autoridades sanitárias e da ordem e segurança.

Segundo revelaram, diariamente várias são as pessoas que saem de Luanda para aquelas províncias e semelhantemente, sem que haja responsalização criminal daqueles que por sua vez facilitam as saídas e entradas destes cidadãos nas referidas regiões.

Na última quarta-feira, 30, de Julho, durante a actualização da situação epidemiológica em Angola, Pinto de Sousa, Reitor da UPRA, após ter apresentado um estudo com previsão de que entre Agosto e Setembro o país venha a registar cerca de 45 mil casos, salientou que os cidadãos luandenses têm em mãos a responsabilidade da saúde de todo país.

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