Sábado, 08 de Agosto de 2020
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Quarta, 22 Julho 2020 22:27

Angola: A ilha onde se abatem elefantes para a protecção de leões severamente letais

Angola assemelha – se à uma ilha onde se trucidam elefantes inofensivos que se alimentam de relva ao passo que, leões ferozes são severamente protegidos como os mais valiosos da fauna angolana.

A caça – as – bruxas é um dos exemplos claros que visa proteger ladrões ferozes que terão surripiado o dinheiro do Estado feitos leões na selva, enquanto isso, se persegue de forma violenta Isabel dos Santos que muito deu para o bem do País. Manuel Vicente só, se torna no homem mais rico de África, cuja natureza de sua riqueza terá saído do País, mas hoje, fez – se num leão feroz completamente protegido por João Lourenço que banaliza com altivez toda roubalheira que o sujeito terá realizado no âmbito do País.

Manuel Vicente encontra – se tão protegido por João Lourenço que parece um “santo” caído dos céus, faz o mesmo exemplo, Álvaro Sobrinho que desfalcou todos os cofres do “BESA” ao ponto de deixar o País sem dinheiro para nada. Quer Vicente quanto Sobrinho são o factor decisivo para a instalação da crise económica que o País hoje vive, nestas duas pessoas, pesam a pior roubalheira que o País enfrentou ao longo do último século.

Ladrões de elite e severamente letais, que deixaram o País numa crise económica horrorosa, são protegidos por João Lourenço como se fossem anjos caídos dos céus. Tornaram – se plenamente inocentes não pesando sobre os quais qualquer culpa de natureza penal.

O governo de JLO agregou oceanos de corruptos que o conspurcam feito um atoleiro de porcinos. Luís Nunes, actual governador da Huíla, é indicado como o patrão do peculato, porém, permanece em pé no xadrez da governação de JLO. No seu governo flutuam variadas figuras metidas com as duas mãos em variados actos de corrupção, mas nada se fala sobre o assunto.

O sonho de um combate à corrupção de facto, terá colocado a máscara de um verdadeiro acto de caça - às – bruxas há bastante tempo. João Lourenço não tem moral alguma para fazer do combate à corrupção sua bandeira à desfraldar, uma vez que, molestou de maneira desmesurada o bem público para figurar a listas dos mais ricos em Angola, ainda assim, protege vários corruptos que afundaram o País no passado. João Lourenço assemelha-se a um anfípode que com uma pata quer introduzir – se no círculo de um mundo salutar, contemplado por acções imaculadas, enquanto com a outra pata, pisa por cima do clã dos Santos, e, faz do Estado numa verdadeira propriedade privada, enriquecendo – se à custa do aparelho do Estado Angolano. 

Angola está longe de materializar um combate à corrupção de facto, o que fez – lo presente é apenas uma espécie de vingança ao passado, o passado parece não ter um parto sem dor, e continua a parir ódio por tudo o que é canto deste mundo, contra os sujeitos que nele tomaram parte.

As reflexões recentes a respeito do combate à corrupção e das dificuldades no funcionamento das estruturas da justiça angolana de forma plena têm evidenciado uma acção severamente selectiva no âmbito do combate à corrupção, cujo teor visa simplesmente prejudicar uma franja da elite angolana, enquanto isso, passa a garantir uma prestação jurisdicional cega aos demais casos como se esses fossem inocentes e apenas o clã dos Santos fosse o responsável por todo desvario que o País tenha expressado no passado.

O Governo de JLO não serve para impulsionar mudanças qualitativas profundas no padrão de respostas do sistema de justiça para uma Angola onde todos se sintam plenamente resolvidos, desde o ponto de vista singular.

Além dos desafios próprios da actuação em casos envolvido em fenômeno tão complexo como da corrupção, os actores da justiça do Governo de JLO actuam segundo o simbalo que tine à partir dos actores da política angolana, impondo uma justiça severamente parcial cujo alvo é apenas os Dos Santos. As instituições de justiça do actual regime lidam com problemas ligados a aspectos estruturais e severamente selectivos, que dificultam a materialização de uma verdadeira justiça que trata de julgar os casos sem interesse de natureza política.

Isabel dos Santos com todo contributo que tenha prestado ao País para sua grandeza privada, desde o ponto de vista do empreendedorismo, não a vemos ser sujeita de nenhum fenómeno de justiça verdadeira, em torno dessa senhora, circulam actos de perseguição pelos variados órgãos de justiça internacional sob comando dos órgãos da justiça angolana. Esta é a mais aberrante faculdade de selecção dos que a justiça chamou de terem cometido ilicitudes, enquanto isso, Manuel Vicente o homem mais poderoso de África, desde o ponto de vista económico, é sujeito de toda protecção do Estado, com isenção dos variados actos criminais que tenham sido desenvolvidos por ele contra o aparelho do Estado Angolano. Além de mais, Álvaro Sobrinho, pesando nele todos os crimes de natureza bancária, por ter deixado de rastos o BESA, permanece impune face à uma lei que sem pernas quer andar.

Nos seus processos decisórios e na implementação dos mecanismos para agir ou imputar responsabilidades, ou sanções judiciárias à vária ordem de infractores, os políticos têm sido o “factor decisivo” para que tal fenómeno seja um facto. São os políticos que indicam à quem eles devem actuar, e a quem devem defender ou isentar qualquer natureza acusatória. Todavia, o regime de João Lourenço está de modo articulado aos mais diversos assuntos que encerram uma verdadeira violação capital dos direitos do homem plasmado na Carta das Nações Unidas, que imputam uma justiça célere e digna, formulados por organizações de direitos humanos e movimentos sociais, sobre a democratização do sistema de justiça mundial.

Na verdade, a justiça angolana não funciona, aliás, é apenas a arma do político vingador para poder actuar sobre qualquer ente de natureza jurídica que pretende julgar ou levar à barra do tribunal, cujo intuito está num verdadeiro acto de pagar com a mesma mão a chapada que recebeu no passado.

Se, observarmos, essa luta contra a corrupção é uma verdadeira farsa, na tentativa de ludibriar a atenção do povo, e tornar JES e seu clã o culpado de tudo isto, JLO deposita toda a culpa no seu antecessor, enquanto isso, protege Manuel Vicente, Álvaro Sobrinho, Edeltrudes, Massano Júnior, Asher Manguera (…) e toda a legião de malfeitores responsáveis pela defraudação dos cofres do Estado. É um verdadeiro “jogo político” inventado por João Lourenço para simular a existência de uma pseudo – luta contra a corrupção que no plano real não existe, e, está longe de existir.

O plano visa macular o nome de JES e de seus filhos, colocar todas as culpas no seu clã, e manter todos os líderes que se enriqueceram de maneira bastante ilícita, inclusive o próprio Presidente da República (apenas Lourencistas) inocente, como se as suas riquezas tivessem descido dos céus e entregue de mãos beijadas às suas mãos, sem qualquer sacrifício. Outrossim, uma espécie de caça – às – bruxas flutua na atmosfera angolana.

Por Amadeu Baltazar Rafael

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