Segunda, 06 de Julho de 2020
Follow Us

Sexta, 26 Junho 2020 01:53

Analistas vindos de marte não percebem que Isabel dos Santos está a ser vítima de perseguição política

O objectivo de JLO não é Isabel dos Santos, mas sim o Pai (Dos Santos). Num processo claro de perseguição política contra o clã dos Santos, João Lourenço orientou ao PCA da Sonangol a aquisição das acções da Oil que foram postas à venda.

O objectivo desta aquisição era de retirar impacto de Isabel sobre a UNITEL. JLO contradisse – se, enquanto afirmava de viva voz haver iniciativa de privatização de empresas pertencentes ao aparelho do Estado, em contra – mão, retirou um bilião de USD para comprar acções da Oil em virtude de tomar o comando da UNITEL, e deixar a inventora da UNITEL sem força sobre a empresa por ela criada. De recordar que, foi Isabel dos Santos quem criou a UNITEL, isso a história não apaga.

JLO não deve ter fraca memória sobre o passado, porque a história não se apaga, escreve – se (…). Mais do que nunca esse é um processo de perseguição inegável, onde a vingança traduz – se em ferrugem que corrói qualquer forma de irmandade que fortalece camaradas de trincheiras. 

Há provas de sobra sobre o processo de perseguição que tem curso em Angola, cujo alvo predilecto chama – se Isabel dos Santos. Por definição, a perseguição se constitui num estado de espírito que é mais individual e subjectivo do que colectivo. Isto é uma verdadeira perseguição contra a pessoa de Isabel dos Santos.

Alguns indivíduos indicados pelo regime, atiraram – se contra a figura de Isabel dos Santos, tentando inverter a verdade ao fazerem da mentira uma muleta para subirem os degraus da perdição, e, arguirem manobras que visam enganar os menos atentos. Os mesmos indivíduos, numa irónica afirmação dizem não haver perseguição contra Isabel dos Santos, mesmo que a justiça se tornou tão parcial quanto o sol que só tem capacidades para iluminar uma parcela do planeta Terra, enquanto outra permanece em absoluta escuridão, e vice – versa.

Tal é a embriagues intelectual desmedida dos ditos pseudos – analistas. Domingos Pedro na companhia do seu contemporâneo Joaquim Manuel, ambos domados por uma excessiva mentira, que nem mesmo meninos seriam capazes de desmascará – los, acorreram à DW para exporem todo valor da sua mentira no que tange a justiça severamente imparcial imposta em Angola, no falso combate de luta contra a corrupção.

A perseguição à pessoa de Isabel dos Santos vai de Angola à Portugal, dali saltou para demais arrabaldes.

Não se entende qual a razão de indivíduos intelectualmente mórbidos sejam capazes de realizar uma análise desprovidas de juízo e de lógica. Nem mesmo um bebê de um ano de idade, entenderia tamanha perseguição evidente em Angola contra a pessoa de Isabel dos Santos. Talvez esses devem ser estrangeiros que nada percebem do contexto angolano.

Ao longo dos três anos de governação JLO não resolveu nenhum problema nacional, senão dedicar – se totalmente a uma causa deplorável, que concerne a perseguição à Isabel dos Santos. Admira – se da forte existência de uma vertiginosa cegueira intelectual que infecta o cérebro dos pseudos – analistas de motel chinês, que fazem da mentira numa forma de inverter verdades para enganar os menos iluminados. Porém, para os mais esclarecidos há mais que evidências sobre a marcha de uma teimosa perseguição à mando de João Lourenço contra pessoa de Isabel dos Santos. 

Como homens desprovidos de habilidades racionais vêm vomitar tanta mentira no portal DW? Como é que a DW convida analistas do regime, que não têm domínio sobre o cenário angolano para analisarem o que ocorre no País? Foi das mais vergonhosas análises que já ocorreu neste portal. Uma análise armadilhada por variadas invenções. Sem nexo, nem juízo de valor sequer. Pareciam bebês postos à falarem num jornal online.

Esses analistas despejaram toda cegueira intelectual que tinham presa nas suas faculdades mentais. Talvez tais analistas não passam de seres extraterrestres que nada percebem o que ocorre em Angola, sobrevoaram de Marte, ou terão aparecido na companhia de meteoros que caíram na Terra, e foi num susto que ouviram falar de perseguição política contra Isabel dos Santos.

Não sou nenhum astrobiólogo, mas hipoteticamente, somente um alienígena dirá não encontrar evidências de perseguição contra figura de Isabel dos Santos. Estas formas de vida, ainda hipotéticas, que podem variar de organismos simples, como bactérias, até seres muito mais complexos do que os humanos, não têm capacidade de juízo para perceber, nem sequer analisar o curso natural das coisas que ocorrem no planeta Terra, como perceberão que há perseguição em Angola?

Para os quais, perseguição pode justificar uma justiça plena. Pode ser que para eles perseguir signifique unir, signifique realizar justiça, a distorção de pensamento é outra propriedade que neles cabe instar.

Que cegueira é essa que não os permite ver estruturas macroscópicas que até Camões seria capaz de as notar de forma miúda sem qualquer esforço óptico? Porque razão apresentam tanta cegueira intelectual no que tange o combate à corrupção realizado de maneira severamente parcial? Será que, não vêm a forma como a PGR escolhe as suas vítimas colocando variadas figuras completamente à solta?

Há neste processo de combate à Isabel dos Santos uma injustiça do tamanho de um oceano, enquanto se persegue de forma inevitável a figura de Isabel dos Santos, há pessoas que muito lesaram os cofres do Estado e hoje continuam livres feitos tubarões à nadarem num mar chamado Angola.

O jornal alemão “Der Spiegel" em 2018 noticiou aquele que foi o escândalo do século em Angola que teve por sujeito e actor Álvaro Sobrinho. Ávaro Sobrinho, antigo CEO do Banco Espírito Santo Angola (BESA), terá sido acusado de ter colocado nos seus bolsos um total de 433 milhões de dólares do banco BESA recebido por meio de três companhias angolanas. Porém, até aos nossos dias, o bilionário não terá devolvido um tostão sequer ao Estado angolano. O bilionário corrupto atirou – se em espaços de manobras inteligentes, tendo recebido mais de 182 milhões de dólares através de duas empresas offshore angolanas, num total de 615 milhões de dólares (499 milhões de euros) que teriam sido concedidos pelo BESA a título de empréstimos. Esse dinheiro desviado pelo bilionário bancário, até então nunca foi devolvido aos cofres do Estado angolano.

Enquanto Isabel dos Santos é vítima de uma danosa perseguição que vai desde Angola à Portugal e por Portugal fora, em 2018, sobre orientação do presidente da República, Álvaro Sobrinho passou a aumentar nas suas acções em Angola ao comprar acções da Unidade de Produção Kunene (UPK). Se não há perseguição à Isabel dos Santos porque é que Álvaro Sobrinho com variados crimes fiscais cometidos contra o Governo angolano ainda tem direito de comprar acções em empresas público – privadas?

Álvaro Sobrinho teve relações de  proximidade com João Lourenço ao tempo em que João Lourenço obteve   um empréstimo de mais de trinta milhões de dólares do extinto Banco BESA para o projecto da sua fazenda, em Angola. Foi em Portugal que se tornou a casa – mãe de Álvaro Sobrinho depois de ter “mamado” mais de cinco biliões de dólares no Banco BESA, e deixar o BESA de rastos, o que terá causado um mau estar do BNA cuja figura de PCA recaia na altura na pessoa de José de Lima Massano. Massano não hesitou e retirou idoneidade como bancário à Madaleno Sobrinho, hoje escondido nas asas de João Lourenço e atribuído hoje o título de bancário mais transparente do mundo, peso as relevantes culpas que contra ele são acusadas.

Num acto descarado e assustador, as autoridades angolanas classificam Madaleno Sobrinho como um grande bancário, e fazem manchete nos círculos milionários do regime de João Lourenço como “vitima de perseguição do ocidente”, ao passo que Isabel dos Santos é lhe jogada um balde de água fria, perseguida em tudo que é canto deste mundo.

Que tipo de análise é esta que acha não existir perseguição à figura de Isabel dos Santos? Só pode ser um análise indicada pelo Kremlin (…).

Em que planeta vivem os alienígenas armados em pseudo – analistas políticos, que de tanta cegueira intelectual sobre suas faculdades mentais, não percebem o conceito universal de justiça?! Justiça é um conceito abstracto que se refere a um estado ideal de interacção social em que há um equilíbrio, que por si só, deve ser razoável e imparcial entre os interesses, riquezas, e oportunidades entre as pessoas envolvidas em determinado grupo social. A própria Lei Magna do País reprova a imparcialidade de João Lourenço com relação o combate à corrupção, onde Isabel dos Santos passou à ser a única vítima à abater, enquanto isso, variadas pessoas, incluindo João Lourenço desviaram milhões dos cofres do Estado.

João Lourenço enquanto Ministro da Defesa processou um desfalque de mais de 300 milhões de USD que eram destinados para compra de material de guerra no tempo de JES, tendo tal dinheiro parado em suas contas no exterior, posteriormente investido em negócios com Manuel Vicente em Moçambique e pelo mundo fora. Os actos de justiça imparcial processados por João Lourenço são inconstitucionais, porque ele protege alguns e atira – se contra outros, razão pela qual, são cenários completamente parciais perante a lei. Não há justiça no meio angolano, há uma espécie de caça – as – bruxas, conforme evidenciado no curso quotidiano.

A constituição diz no seu Artigo 23.º (Princípio da igualdade) 1. Todos são iguais perante a Constituição e a lei. 2. Ninguém pode ser prejudicado, privilegiado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão da sua ascendência, sexo, raça, etnia, cor, deficiência, língua, local de nascimento, religião, convicções políticas, ideológicas ou filosóficas, grau de instrução, condição económica ou social ou profissão. João Lourenço está a prejudicar Isabel dos Santos, enquanto isso, está a privilegiar e proteger demais figuras angolanas.

Senhores analistas pagos pelo regime para atirarem – se contra a figura de Isabel dos Santos, digam – nos, se não há perseguição porque é que Álvaro Sobrinho, o mais brilhante corrupto que orquestrou o roubo mais assustador do século XXI tendo deixado de rasto o banco BESA anda tão livre quanto um leão na floresta? Será que os senhores nada sabem à respeito do assalto ao BESA?

Quando os senhores afirmam que a justiça angolana é imparcial, querem isso dizer que todos os processos decorridos em Angola não dependem de aval do Presidente da República, vê – se logo, que, os ditos analistas, não são analistas, são homens indicados pelo regime para dizerem cobras e largatos. A justiça angolana é completamente parcial, depende directamente do Presidente da República, tudo quanto o Ministério Público toma por acção, faz – lo sob orientações da Presidência da República. Nada é realizado sem que a presidência da República haja sobre o cenário. João Lourenço domina todo o “xadrez” da realidade angolana, estando todos os poderes concentrados nas suas mãos. Os senhores só podem vir de um outro País ao afirmarem que a justiça angolana é independente, por sinal, nem sequer angolanos devem ser, porque não percebem nada do que ocorre na natureza angolana. Se a justiça fosse independente o processo Fizz de Manuel Vicente, que terá colocado Angola e Portugal de costas viradas hoje teria dado passos estugados rumo ao destino final.

Os tribunais em Angola nunca foram independentes como os senhores num simples sarcasmo afirmaram na DW. Os tribunais dependem directamente de ordens superiores, sendo incapazes de agir sem que sejam accionados à partir de órgãos centrais. Se os tribunais são independentes porque é que circula uma informação nas redes sociais, segundo a qual, órgãos superiores orientaram aos órgãos do Tribunal Constitucional, no sentido de tomar as devidas precauções para não permitir o retorno do processo de assinaturas (rejeitado) pelo TC às mãos dos responsáveis promotores do PRA-JÁ SERVIR ANGOLA e manter rigorosamente a posição do TC. Se os tribunais são independentes porque é que há órgãos que definem o que estes devem fazer e não fazer? Em que planeta os senhores residem afinal? Em que continente os senhores residem? Ao ponto de não perceberam nada em termos de política que ocorra em Angola? Os tribunais são completamente dependentes da decisão superior, sem a qual, nada podem fazer, e, essas decisões, partem de órgãos políticos, como a presidência da República.

João Lourenço não é nenhum factor de unidade no seio do MPLA, nem do País. João Lourenço é factor de desunidade do MPLA. O seu efeito de desunidade no seio do MPLA é similar a “Revolta activa” imposta por Mário Pinto de Andrade. De recordar que, em 1974, Mário na companhia de seu confrade Joaquim Pinto de Andrade debruçaram – se na fundação de uma ruptura com o regime de Dr. Neto, dando à surgir a famosa “Revolta activa” no seio do MPLA, uma corrente que passou a criar um clima opositor no seio do MPLA contra o regime político controlado pelo Dr. Neto, tal quanto se regista no seio do Partido aos nossos dias, um clima de divisão corre todas as artérias do MPLA. João Lourenço trouxe uma divisão do Partido que nem sequer em 63 se registou quando Viriato se revolta contra Neto. João Lourenço construiu um MPLA fragilizado por uma divisão insana, deplorável. JLO está a sepultar o MPLA no abismo infindável. Mas é a ignorância que nada dá em termos de luz para permiti – lo ver o abismo que abre em frente do MPLA.

O próprio JLO foi tomado pelo desassossego desmedido. E, abandonou o MPLA à pessoa de Luísa Damião há mais de oito meses.

Como ousam falar tanta asneira quanto essa? Os senhores conhecem de facto o que ocorre no círculo do MPLA? Se conhecem porque é que afirmam coisas sem nexo? O MPLA nunca esteve tão dividido quanto se encontra aos nossos dias. JLO é o factor decisivo da desunidade do Partido, é um agente tóxico que está a macular o MPLA, a desestruturar totalmente o Partido, não se sabe do futuro do MPLA com JLO no comando… JLO está a dar fim ao MPLA.

João Lourenço deu provas vivas que, não serve como Presidente do MPLA, alguém que mantém unidade de um Partido, não abandona o seu Partido ao longo de mais de oito meses às mãos alheias. João Lourenço faz do telefone o único meio para dirigir o Partido, não obstante, “in vivo”, Luísa Damião, a vice – Presidente do MPLA é quem tudo faz em prol do Partido abandonado pelo seu Presidente. Os senhores desconhecem completamente o que se passa no círculo do País e do MPLA. João Lourenço é padrinho de toda corrupção que hoje percorre as artérias do País. Um exemplo disso, é a pessoa de Edeltrudes que foi – lhe acusado de possuir 17 milhões de dólares de forma ilícita em bancos, com provas palpáveis, o homem continua a ser uma das chaves do Governo de JLO. Ocorre uma corrupção em massa no governo de JLO. A corrupção hoje é protagonizada pelo próprio Presidente da República.

Não vi tanta mediocridade em análise quanto notei nas figuras de Domingos Pedro e Joaquim Manuel, uma análise desprovida de razão e de lógica! Pelos vistos não devem ser angolanos porque nada percebem do País!

Por Amadeu Baltazar Rafael

Rate this item
(2 votes)

Log in or Sign up