Quinta, 19 de Setembro de 2019
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Segunda, 09 Setembro 2019 13:44

Isabel dos Santos: O único remédio eficaz para curar a dor do desemprego que afecta a juventude angolana

O País berra, emitindo um ferrenho grito de socorro em virtude de encontrar – se sentado num futuro sem rumo, exteriorizado pelo crónico desemprego que embaraça a vida dos jovens angolanos, colocando – os na miséria crónica e desumana.

Implicando dizer que, o País estará para sempre estagnado numa triste realidade do desemprego descomunal. Angola hoje transformou – se num deserto do desemprego, desde logo, ter emprego, passou as expectativas para a camada mais jovem, um sonho, transformado em pesadelo para o homem – jovem, será pois, na voz do autor do texto: “Um verdadeiro prodígio profético.”

O direito ao trabalho, como expressão mais elevada para a dignidade do cidadão, o que consta nos altos direitos fundamentais plasmados na constituição angolana, tornou – se hoje, um favor feito sob impulso drástico pelo Estado angolano, pois que, foram graças as constantes manifestações dos jovens em prol do emprego, que somou – se ao vandalismo do Estado uma feira de trabalho, que está longe de satisfazer as expectativas do desempregado, senão mesmo, um meio ludibriar, e aniquilar a ansiedade do desemprego, enquanto isso, os anos lá se vão, e, os 500 mil empregos prometidos pelo Candidato do Povo “General João Lourenço”, nem sequer de muleta saberão chegar.

A feira de emprego, que terá tomado o espaço do Centro de Convenção de Belas, é dos belos filmes de terror que se assistem hoje no Xiami Shoping, onde o artista lhe é negado tudo, até o direito de ter um trabalho condigno. E, quando acorre às instituições de direito, para cedê – lo a primazia de uma vaga para labuta, é transformado num objecto desprezível, feito enxergas de farrapos deitadas no chão e pisadas pelos seus indicados à empregá – lo. O Estado angolano, faz da política um meio de mentir o povo, somente para ter acesso ao voto, assim, os 500 mil empregos que prometeu ao povo angolano, não virão, nem sequer com um milagre à realizar. Não obstante, está aqui, por perto, uma solução, para lavar a vergonhosa promessa dos 500 mil empregos que nunca chegam: Isabel dos Santos.

Há, pelo País fora, uma empresária chamada Isabel dos Santos, que não necessita de milagres para empregar os jovens que tanto clamam por emprego. Os seus exemplos de sucesso no trabalho, são aparatosos, e sua teoria de empregabilidade laboral já cruzou fronteiras, vai de Angola à Lisboa, de Lisboa à Londres, e pelo mundo fora. É, essa grande empresária, a génia de negócios, que o Governo do General João Lourenço deveria apoiar para empregar o rancho de jovens que morrem afogados num do desemprego, e clamam por socorro dia – pós – dia. Isabel dos Santos é um verdadeiro remédio que serve para sarar as feridas crónicas do desemprego que asfixia a vida da juventude angolana.

O Governo angolano tem sido exemplo de aplausos nas artes de mentir o povo, e ludibriar com esperanças inauditas sobre o seu futuro, amanhã, desta vez feira de empregos que jamais chegarão, nem de canoa, amanhã, inventará uma outra mentira, enquanto isso, o tempo passa, e chega 2020, o momento das autarquias, depois 2022, o momento das eleições. O mesmo povo mentido, ludibriado, enganado e humilhado será, pois, chamado à votar, e eleger o seu governo, com que moral o povo será capaz de votar, se leva a vida inteira a ser enganado pelo Estado angolano, que cria promessas que jamais cumpre. Os 500 mil empregos, são promessas irrealizáveis, que estão muito longe de serem efectivas, se fosse o caso, o Governo de João Lourenço não se consagraria em excluir a Eng. Isabel dos Santos, a única empresária que mais sabe empregar em Angola. Chama – la – ia, e, dá – la – ia oportunidades para ajudar a empregar as centenas de milhões de jovens sentados nas ruas do País sem emprego.

Os 500 mil empregos, valem mais as vozes prometedores, que não conhecem o que é fazer da promessa uma acção, do que o óbvio. Na verdade, é uma teoria política que está longe de ser realidade, se não fosse mentira, Isabel dos Santos, a única empresária que mais emprega jovens em Angola, já poderia ser chamada à dar oportunidade de emprego aos milhares de jovens dispersos pelo País fora sem emprego. Desde logo, seria uma grande alavanca do Estado angolano, pobre de oportunidades de trabalho para a juventude angolana, e transformaria os sonhos dos jovens numa verdadeira realidade, responderia a crónica falta de emprego que se assiste em Angola.

O Estado angolano, nega dar ao povo angolano uma única oportunidade de emprego, este fundamento está claro, na negação que faz à Isabel dos Santos como solução à vaga de desemprego que corre pelas veias do País. O Governo angolano, por meio de um esfarrapado manto de sofismas e artimanhas cria expectativas variadas sobre o futuro da juventude, porém, essas promessas ficam presas nos papeis até apodrecerem, porém, a distância entre as palavras e a acção, tem o tamanho de uma corrida que vai dos céus à terra, prometem quilómetros e cumprem milímetros. Ao longo dos dois anos de Governo de João Lourenço, Estado esmerou-se em promover buzaranhas de promessas expressas em discursos desprezíveis, a ponto de em certos momentos se ter chegado à prometer 500 mil empregos que estão longe de serem um facto. Uma retórica caricata tem servido para esconder milhares de promessas eleitorais que estão longe de serem um facto.

O Excelentíssimo Senhor Presidente da República General João Lourenço deve acabar com as guerras que em nada resolvem os anseios do povo, enquanto guerreia contra José Eduardo dos Santos, a sua efectiva confiança por parte do povo vai aos poucos caindo no abismo, e o descrédito em seu torno, amontoa – se como o lixo em Luanda. Desde logo, a perseguição à Eduardo dos Santos é directamente proporcional ao seu descrédito populacional. Porque em nada resolve nos termos dos anseios do povo angolano. Deveria pôr um fim, as perseguições, a caça – ao – homem, interessa – lhe agora “Resolver os problemas do povo”, como disse Dr.º António Agostinho Neto, e, esse facto não lhe será possível sem o pensamento genial de Isabel dos Santos, e, sua intervenção única em extinguir a ansiedade dos jovens com variados postos de trabalho, cuja promessa, está estampada num discurso político de 2017.

O espectáculo do desemprego que disseminou – se na vida do povo angolano, não se sabe expressar apenas pelas palavras na felicidade do verbo, cuja dimensão de tal espectáculo, tem imensa sensibilidade. Desde logo, a dor causada pelo desemprego em Angola, afecta milhares de jovens, que foram alimentados com palavras acalentadoras nos comícios dado por João Lourenço em 2017, e ao confiá – lo, votaram, esperando que a promessa dos 500 mil empregos fosse um facto. Todavia, essa realidade, está longe de ser um facto, se Isabel dos Santos, o único remédio para sarar a dor do desemprego que afecta os jovens não for chamada à intervir na realidade angolana, esta promessa transformar – se – á num verdadeiro milagre.

Caso não se chame Isabel dos Santos para acudir o vazio de emprego que escorre as artérias da realidade angolana, não nos faltará carpidos de murmúrios como soluções ao mar de desemprego que afoga dias – pós – dias a juventude angolana.

BEM – HAJA!

Por João Hungulo

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