O Governo angolano gastou 1,9 biliões de kwanzas (3,8 mil milhões de dólares) em subsídios aos combustíveis em 2022, 60% acima do ano anterior, segundo o relatório anual do Instituto de Gestão de Ativos e Participações do Estado (IGAPE).
O valor acrescentado bruto (VAB) da produção industrial em Angola cresceu 0,8% em 2021, abaixo da média e em contraciclo com a região da Árica subsaariana que aumentou 4,8%, referiu hoje um especialista de uma consultora.
A Reserva Estratégica Alimentar (REA) angolana contribui, “de modo direto e assinalável”, para a “redução e estabilização” dos preços dos produtos da cesta básica em Angola, apesar de este fenómeno “não ser ainda muito sentido” pelos angolanos, segundo um estudo.
A Etu Energias, a antiga Somoil que é a maior companhia petrolífera privada angolana, planeia aumentar a produção para 50 mil barris por dia até 2025, na sequência da compra de blocos à Galp e à TotalEnergies.
Membros do Executivo e do Fundo Monetário Internacional (FMI) está a analisar as acções do Governo angolano angolano no quadro do programa pós-financiamento. A missão com duração de dez dias, teve início ontem, 03 de Maio, com o encontro preliminar com membros da equipa económica.
A Sonangol, a petrolífera publica angolana, prepara-se para “elevar” os preços dos combustíveis, logo que a proposta seja apreciada e aprovada pelo Governo.
Angola desembolsou 803 milhões de dólares (733 milhões de euros), no primeiro trimestre deste ano, mais três por cento, para a aquisição de 1,2 milhão de toneladas métricas de derivados de petróleo, anunciou hoje o instituto regulador.