A economia de Angola deverá crescer 2% este ano e acelerar para 4% em 2018, recuperando de uma quase estagnação de 0,3% no ano passado, segundo as últimas previsões da consultora britânica BMI Research.
A recuperação dos preços do petróleo e o impacto no orçamento de Angola vai "melhorar notavelmente" as finanças do país, reduzindo o défice para 3,2% e criando espaço para uma política económica expansionista em ano eleitoral.
As Finanças admitem a hipótese de "adquirir créditos problemáticos em toda a banca que desenvolva actividades no território nacional, desde que relacionados com processos direccionados à economia angolana".
A origem de um produto, nacional ou estrangeira, ainda não é prioridade para os consumidores angolanos, que se preocupam antes em verificar os prazos de validade por exemplo dos alimentos.
O novo Governo do Banco Nacional de Angola (BNA), Valter Filipe, descreveu o ambiente sombrio do mundo dos negócios, dadas as fragilidades internas susceptíveis de colocar o país à margem do sistema financeiro mundial, numa altura em que o país está impedido de comprar dólares nos bancos correspondes dos Estados Unidos da América (EUA) e o Banco Central Europeu (BCE) não considera o BNA um banco central, o que eleva o risco de crédito a Angola.
O ministro das Finanças de Angola pediu hoje desculpa aos cidadãos pelas dificuldades que enfrentaram este ano, sobretudo aos funcionários públicos pelo pagamento tardio dos salários e do subsídio de Natal.
“Estamos acima de tudo a tentar fazer com que a situação actual do País constitua uma oportunidade para nós. Está muito complicado mas acho que vamos conseguir”, confia PCA da Sistec.