Quinta, 01 de Janeiro de 2026
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A analista da Capital Economics que segue a economia de Angola considerou hoje à Lusa que a degradação da situação na Ucrânia pode impedir o país africano de emitir dívida pública, uma iniciativa prevista para este mês.

Os preços de referência globais do petróleo subiram acima de US$ 110 por barril, atingindo um recorde de vários anos, à medida que aumentava a preocupação de que o crescente isolamento econômico da Rússia desde a invasão da Ucrânia interromperia o fornecimento global de energia.

A Empresa Nacional de Combustível e Óleo (ENCO), gerida pela Sonangol, notificou o Governo são-tomense que reduzirá 50% do combustível fornecido à Empresa de Água e Eletricidade (Emae), a partir de hoje, por falta de pagamento de dívidas vencidas.

Os preços do petróleo subiram nesta terça-feira, tendo como pano de fundo a escalada da invasão da Ucrânia pela Rússia, os preços do petróleo dispararam no início da tarde atingindo máximas não registradas em sete anos. 

Um especialista angolano em petróleos reviu hoje em alta o crescimento da economia de Angola, para 3% a 4% este ano, devido à procura em alta do petróleo, agravada pela crise provocada pela invasão da Ucrânia pela Rússia.

Os credores chineses estão a impor exigências mais rigorosas aos países africanos, à medida que tentam reduzir os riscos do seu vasto programa de financiamento de projetos de infraestruturas no exterior, segundo a unidade de pesquisa AidData.

Há quase dois anos que a moeda norte-americana não baixava da barreira psicológica dos 500 Kz. São os efeitos da alta dos preços do barril de petróleo, mas também da crise e da quebra de consumo, bem como da política monetária mais apertada. É que sem kwanzas no bolso não se pode comprar dólares ou euros.

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