O presidente da UNITA (oposição angolana), Adalberto Costa Júnior, disse hoje a legalização do PRA-JA Servir Angola teve motivações políticas, alegadamente para desestabilizar a Frente Patriótica Unida (FPU), garantindo que a plataforma da oposição "está estável".
No dia em que o Chefe de Estado se dirigiu à Nação a partir da Assembleia Nacional, na abertura do ano parlamentar, vários deputados da oposição levantaram cartazes onde se liam frases como "Presidente demita-se", "o povo tem fome", "liberte os presos políticos" ou "acabe com a ditadura".
A seleção angolana de futebol, treinada pelo português Pedro Gonçalves, acusou na segunda-feira o Níger de interferir na preparação do jogo entre as duas formações, da fase de qualificação para a Taça das Nações Africanas (CAN) de futebol.
O secretário para a Informação do Bureau Político do MPLA, Esteves Hilário, refutou, esta segunda-feira, informações sobre o suposto afastamento de João de Azevedo "Jú Martins" da comissão de revisão dos estatutos partidários para o congresso de Dezembro.
A legalização do Partido do Renascimento Angolano – Juntos por Angola – Servir Angola (PRA-JA Servir Angola) tem levado à inferência de que o facto constitui a morte da Frente Patriótica Unida (FPU).
Uma mulher foi detida no aeroporto internacional de Luanda, proveniente do Brasil, em posse de 2,8 quilogramas de cocaína, anunciou, esta segunda-feira, o porta-voz do Serviço de Investigação Nacional (SIC).
Informações de fontes do CFB-E.P dão conta que a recente decisão do Caminho de Ferro de Benguela-E.P. de avançar com a modernização dos comboios para o serviço de passageiros desagrada muito à concessionária LAR, que gere o tráfego de mercadorias ao longo do corredor, bem como a manutenção das infra-estruturas ao longo do mesmo projecto.
Analistas angolanos desafiaram hoje o Presidente, João Lourenço, a assumir que há fome no país e que não vai alterar a Constituição para se manter no poder, pedindo um discurso à Nação “aberto para a democratização do país”.
A política é um jogo e, como em qualquer jogo ou competição, só vencem as equipas cujos jogadores ou atletas se submetem à organização e disciplina do colectivo e respeitam as regras do jogo e a orientação da equipa técnica.
As razões económicas e financeiras de Angola legitimam o reforço da cooperação com os EUA numa lógica de equilíbrio das relações externas.