A agência de notação finaceira Moody's considera que Angola está a tomar as medidas certas para ultrapassar a crise petrolífera, mas salienta que a tarefa é difícil e que é cedo para avaliar os efeitos.
Apesar da grande aposta da RTP na novela angolana “Jikulumessu”, os resultados não estão a ser os esperados.
Informações vindas de Cafunfo, confirmam que aquela localidade esta debaixo de tiroteio. Tudo indica que um elemento das FAA terá atirado a um jovem devido a uma pequena briga, o que provocou outra acção por parte de amigos do jovem baleado.
O Presidente José Eduardo dos Santos é sintomaticamente a face vergonhosa da degradação social em Angola. O presidente Dos Santos é um pernicioso poço de trevas sem fundo, o país não pode continuar a navegar no oceano da mentira, nem tão pouco se deva aceitar que o país navegue para um inevitável abismo de solicitar (concordata) “falência”. Não se pode tolerar, que Dos Santos continue a colocar os angolanos num crescente estado calamitoso de degradação politica, econômica e social ainda mais profundo.
A Coreia do Norte está fornecendo matérias militares e treinamento a república de Angola em aparente violação das sanções das Nações Unidas, de acordo com fontes diplomáticas asiáticas.
Seguimos com muita atenção o que se passa no nosso Mirex, e mais recentemente o artigo ou denuncia sobre o nepotismo que grassa neste Ministério, traduz a realidade.
Vinte cinco mil e quatrocentos dólares americanos e sete mil e 400 Kwanzas foram os valores roubados por elementos armados, ainda não identificados, na quarta-feira, na dependência do Banco Internacional de Credito (BIC), localizado na comuna do Morro Bento, município de Belas, em Luanda.
O absurdo dos absurdos volta a acontecer com uma normalidade sem par. Quando todos esses atentados à consciência dos angolanos terminará? E até quando a supremacia da nossa angolanidade enquanto país continuará a ser tratada com total desrespeito.
O Presidente angolano, José Eduardo dos Santos, assegurou hoje que as reservas cambiais de Angola, afetadas pela "queda significativa" do preço do petróleo no mercado mundial, "garantem mais de sete meses de importações".
Portugueses residentes em Angola estão confiantes de que a crise económica que este país africano vive, que já motivou o regresso de vários cidadãos lusos, seja ultrapassada durante o segundo semestre deste ano.