A jurista e deputada pela Unita Mihaela Webba foi perempetória ao afirmar que o Presidente de Angola tem que prestar contas aos angolanos, criticando o facto de José Eduardo dos Santos não dar satisfações a ninguém.
A instrumentalização da justiça portuguesa para lançar na lama o nome dos dirigentes angolanos e africanos de uma forma geral prossegue de forma frenética e imparável.
Remodelação do governo irá levar ao afastamento dos ministros da Saúde, da Cultura, do Comércio e Urbanismo e Habitação
A Amnistia Internacional Portugal entregou hoje na Embaixada de Angola em Lisboa uma petição com 38.479 assinaturas em que insta as autoridades de Luanda a darem "todas as garantias de julgamento justo" ao ativista e jornalista angolano Rafael Marques.
A defesa dos ativistas angolanos acusados da preparação de uma rebelião denunciou hoje que quase duas semanas depois de ter interposto recurso da manutenção da prisão domiciliária dos réus, o processo ainda não foi admitido pelo tribunal.
A polícia angolana apreendeu oito peças de marfim na fronteira sul da província do Cuando Cubango, com a República da Namíbia, para suposta comercialização, foi hoje anunciado.
O diretor do Centro de Estudos e Investigação Científica (CEIC) da Universidade Católica de Angola relaciona as elevadas taxas de juro pagas pelo país para contrair dívida com a incapacidade governamental em lidar com a crise petrolífera.
Em Lubango, capital da Província da Huila, 24 pessoas morreram vitimas das enchentes de chuva. Estes foram sepultados ontem, num enterro colectivo. O governador provincial da Huila, Chipingue, preferiu participar no funeral de Lúcio Lara, isto para ser visto pelo seu Presidente José Eduardo dos Santos, e pelo seu Partido, o MPLA, que dirigiram a cerimônia fúnebre. Diz-se que o funeral para os governantes e ricos "Nobres" - para os VIP -; o enterro para o povo e os pobres (plebe).
O activista angolano Luaty Beirão deu uma entrevista ao jornal do Partido Socialista, Acção Socialista, em que discute o envolvimento do governo português no seu caso e na política angolana.
O BES Angola (BESA) perdeu o rasto a 4 mil milhões de euros de financiamentos concedidos no mandato de Álvaro Sobrinho. A revelação é feita no livro ‘BES – Os Dias do Fim’, em que o ex-presidente do BES, Ricardo Salgado, conta o seu lado da história e detalha pormenores sobre a polémica assembleia-geral do BESA a 3 de outubro de 2013.