O caso dos 17 activistas angolanos que estão a ser julgados pelos crimes de rebelião e de preparar um golpe de Estado deu origem a um novo caso.
O líder da Renamo, Afonso Dhlakama, condicionou hoje a retoma do diálogo com o Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, à aceitação de um grupo de mediadores constituído pelo Governo sul-africano, Igreja Católica e União Europeia.
Somos todos uns covardes disse e muito bem dito William Tonet sem papas na língua e não deixa de ter razão pois os factos falam por si mesmos.
Manuel Vicente terá feito recentes diligências junto do MNE de Portugal, dando conta da recusa de Angola em aceitar que Portugal volte a assumir o cargo de secretário executivo da CPLP. Fontes diplomáticas angolanas acreditam que essa posição, se existiu, foi a título pessoal, como forma de pressão de Manuel Vicente sobre as autoridades portuguesas, por causa do processo de corrupção em que poderá estar envolvido.
O que estará na origem de obrigação da atualização de dados dos números de telefone? Que lei confere competências as operadores?
O Tribunal de Luanda decidiu nesta segunda-feira, 7, transformar em arguidos os declarantes que tinha vindo a notificar através do Jornal de Angola desde há três meses.
Segundo um comunicado difundido à imprensa pelo porta-voz da Frente de Libertação do Enclave de Cabinda / Forças Armadas de Cabinda (FLEC/FAC), assinado por Jean Claude Nzita, “a repressão agravou após a viagem a 29 de Fevereiro do Chefe de Estado Maior General das Forças Armadas angolanas, o general Geraldo Sachipengo Nunda, com um aumento dos raptos, desaparecimentos e brutais detenções em Cabinda”.
O tribunal de Luanda ordenou hoje que 13 dos 17 ativistas que estão a ser julgados por preparem uma rebelião fossem retirados da sala de audiências por apresentarem autocaricaturas como palhaços estampadas nas 't-shirts' que envergavam.
Quando aconselhado pelo irmão a deixar a presidência, José Eduardo dos Santos terá respondido: “se eu deixar de mandar, vocês estão todos mal”. Hoje, começam a falhar elementos importantes para uma manobra de sucessão bem sucedida: o petróleo já não dá o dinheiro que dava e o país, além dos diamantes, não tem alternativa económica. E os pilares de sustentação estrangeiros começam a vacilar.
O ativista angolano Nuno Dala, um dos 17 em julgamento em Luanda sob acusação de preparação de uma rebelião, regressou na noite de segunda-feira à prisão, por decisão do tribunal, confirmou hoje à Lusa a família.