No Angola Fala Só desta Sexta-feira, 22 de Julho, o activista Domingos da Cruz disse não ver em Angola um regime democrático, mas sim um regime autoritário, em que o poder "é um homem e todos os poderes estão concentrados", nessa mesma pessoa, referindo-se ao Presidente de Angola, José Eduardo dos Santos.
A implementação de medidas efectivas para prevenção da prática de branqueamento de capitais e financiamento ao terrorismo atraí investimentos ao país e facilita a captação de financiamentos estrangeiros, afirmou hoje, em Luanda, o subdirector do departamento de supervisão prudencial do Banco Nacional de Angola (BNA), Elavoko João.
Nas bombas de combustíveis de Luanda, correm informações sobre uma provável subida dos preços nos próximos dias, mas o Ministério das Finanças e a Sonangol não confirmam.
O Estado angolano vai receber um empréstimo do Banco Angolano de Investimentos (BAI) de 32,8 milhões de euros para "Programa de Emergência" lançado no final de abril pelo Ministério da Saúde para importar medicamentos e material clínico e pagamento de despesas alfandegárias, face aos surtos de febre-amarela e malária no país.
Informação consta de um decreto presidencial de 8 de outubro
O Estado angolano vai emitir 267 milhões de euros em dívida pública para "viabilizar" a compra de ativos e contratos de crédito do extinto Banco Espírito Santo Angola (BESA) pela seguradora estatal ENSA.
As transportadoras aéreas estão a cobrar, quando os bilhetes são pagos em kwanzas, quantias correspondentes ao câmbio da rua. O Governo alega que, num mercado livre e concorrencial, não pode intervir.
Entrevista a Adalberto da Costa Júnior, presidente do grupo parlamentar da UNITA, que falou ao DN sobre a atual conjuntura e a importância das eleições gerais de 2017.
A Conta Geral do Estado (CGE) referente ao exercício fiscal de 2014 foi aprovada pelos deputados, nesta quinta-feira, em Luanda, por 135 votos a favor (MPLA), 33 contra (UNITA, CASA-CE e PRS), e duas abstenções (FNLA).
O Governo angolano prepara-se para levar ao parlamento uma proposta de Orçamento retificativo para 2016, prevendo que a dívida pública atinja os 70% do Produto Interno Bruto (PIB), furando o limite legal, e que a inflação chegue aos 45%.
Activista de Cabinda fez estas declarações nas Quintas de Debate, na OMUNGA, em Benguela.
O activista José Marcos Mavungo equipara a governação da província angolana de Cabinda a uma máfia, com as riquezas nas mãos de uma minoria, enquanto a população enfrenta altos níveis de pobreza.