Será que os elogios e as considerações de estimas de honra do actual Presidente da República de Angola, ao Ex-presidente José Eduardo do Santos ficou apenas no discurso de tomada de posse do dia 26 de Setembro de 2017 como Presidente da República?
A selecção nacional de futebol perdeu nesta terça-feira com o Mali, por 0-1, no estádio de Ismaília, e é eliminada do CAN2019, que decorre no Egipto.
Desde o fim do casamento com Brad Pitt, a atriz evitou assumir qualquer relacionamento amoroso. Discrição prepara nova reviravolta na carreira
O Instituto Nacional de Defesa do Consumidor (Inadec) solicitou uma providência cautelar não especificada à Procuradoria Geral da República (PGR) para a suspensão imediata das obras da Jefran e proibição desta celebrar contratos ou fazer qualquer transacção bancária.
O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) alertou hoje que em Angola "não existem" disposições legais que assegurem "condições de trabalho seguras" ou "acesso a serviços de saúde" aos trabalhadores do sexo.
A tributação do Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) nos sectores da Educação e Saúde levaria a uma carga fiscal maior ao consumidor final, afirma o ministro das Finanças, Archer Mangueira, no último de uma série de três artigos publicados no Jornal de Angola.
O Governo angolano adiou para 15 de julho a entrada em vigor do aumento do tarifário de energia, que sofre um reajuste até 97%, deixando o Estado de a subvencionar, informou hoje o Ministério das Finanças.
Estive a fazer mal as contas. Ontem disse que Samakuva pudesse ir ao 4.° mandato. Tinha feito mal as contas. Ele pode ir ao 5.° mandato, assim é que está correcto e dou já aqui uma pequena ajuda aos meus colegas jornalistas:
O momento está bastante delicado ao ponto que muita gente ainda continua acreditando de que João Lourenço não passa de figura decorativa. Quem governa, comanda e coordena tudo mesmo á distancia continua sendo o santomense José Eduardo Dos Santos.
Grupo não conseguiu autorização para viajar para Portugal. Segundo apurou a Renascença, como justificação para a recusa dos vistos, o consulado alega que “a informação sobre os objetivos e condições para a estada dos profissionais angolanos não é fiável”.