O grupo parlamentar da UNITA manifestou hoje “indignação” com os pedidos de ajuda financeira do Governo angolano aos cidadãos, salientando que devia ser o executivo a ajudar a população a superar as suas necessidades.
O Governo angolano aprovou uma garantia estatal para a operação de financiamento da compra de seis aviões pela transportadora aérea TAAG no valor de 118 milhões de dólares (109 milhões de euros).
A Associação das Indústrias de Bebidas de Angola (AIBA) disponibiliza a partir da próxima semana uma linha de produção de máscaras, para distribuição aos técnicos de saúde e centros de quarentena devido à pandemia da covid-19, foi hoje anunciado.
O Procurador-Geral da República (PGR), Helder Pitta Grós, desafiou esta quinta-feira todos quantos "não trouxeram em tempo útil o dinheiro levado ilicitamente para fora do País" a fazerem-no através de doações numa conta criada para apoiar o esforço nacional de combate à pandemia da Covid-19.
O Presidente da República aprovou, por decreto, a abertura de um crédito adicional de 20 mil milhões de kwanzas para pagar despesas relacionadas com a prevenção e combate da Covid-19.
A botija de gás doméstico está a ser vendida, em algumas zonas da cidade de Luanda, a 3.500 mil kwanzas contra os anteriores 1.200 kz. A subida, segundo algumas pessoas, deve-se à procura, desde que foi anunciado o Estado de Emergência.
O petróleo da OPEP afundou-se na quarta-feira para 16,87 dólares por barril, menos 25,38% que no dia anterior e o valor mais baixo desde finais de 2001, informou hoje o cartel petrolífero em Viena.
O Sindicato dos Jornalistas Angolanos (SJA) disse hoje aguardar mais informações sobre a fusão do Ministério da Comunicação Social com o das Telecomunicações, referindo, no entanto, não esperar "grandes alterações da vida da classe jornalística do país".
O Ministério da Comunicação Social foi absorvido pelas Telecomunicações na reestruturação do executivo angolano, que anunciou na semana passada a redução do governo de 28 para 21 ministérios, segundo um diploma a que a Lusa teve hoje acesso.
O uso excessivo da força por parte de alguns efectivos das forças de defesa e segurança, bem como as agressões físicas dos cidadãos aos efectivos da Polícia Nacional e das Forças Armadas Angolanas marcaram, pela negativa, as últimas 24 horas do sexto dia do Estado de Emergência, que vigora no país desde 27 de Março último.