O pré-candidato à presidência do MPLA, Higino Carneiro, assinalou o Dia Internacional do Trabalhador com uma mensagem centrada na valorização da classe laboral e na necessidade de melhorar as condições de trabalho em Angola, num contexto em que persistem desafios sociais que continuam a marcar a realidade do país.
Embora seja um acto veementemente condenado pelas religiões, em particular pela fé cristã, os casos de abusos sexuais alegadamente praticados por líderes religiosos têm vindo a registar um aumento preocupante na província da Huíla, em Angola.
O último relatório da Repórteres Sem Fronteiras sobre o índice de liberdade de imprensa, divulgado recentemente, contém dados que não correspondem à realidade de Angola.
Consultores do gabinete ministerial, empresas privadas e membros da Comissão de Gestão da Edipesca Luanda constam entre os principais beneficiários da quantia mencionada, que terá sido alegadamente desviada durante a gestão da ex-ministra das Pescas, Vitória de Barros Neto, segundo a acusação do Ministério Público (MP), que detalha valores e formas de benefício.
O Presidente angolano, João Lourenço, destacou hoje o empenho dos trabalhadores angolanos para o desenvolvimento do país e considerou que, apesar das dificuldades, o executivo tudo tem feito para melhorar as condições de vida.
Os Estados Unidos anunciaram, na quinta-feira, 30 de abril, a imposição de sanções económicas contra o antigo Presidente da República Democrática do Congo, Joseph Kabila, acusando-o de contribuir para a instabilidade no país ao apoiar grupos armados ativos no leste congolês.
O deputado do MPLA João Mpilamossi Domingos assumiu ter havido excessos de linguagem no recente debate parlamentar, negou qualquer associação a discursos de ódio e de violência e enquadrou a sua intervenção no contexto do confronto político, ao evocar a sua própria vivência — marcada pela guerra e pela perda trágica da esposa — para reafirmar a defesa da paz, ao mesmo tempo que analisou o papel da Assembleia Nacional, respondeu às críticas da oposição e projectou os desafios económicos e políticos rumo às eleições de 2027.
O engenheiro António Francisco Venâncio, pré-candidato à presidência do MPLA, manifestou confiança na transparência do processo interno que culminará no IX Congresso Ordinário do partido, agendado para os dias 9 e 10 de Dezembro, defendendo que a organização vive um momento “histórico” de transição, marcado pela abertura a múltiplas candidaturas.
A segunda sessão de julgamento do "caso Vitória de Barros Neto", acusada de ter desviado mais de 300 milhões de kwanzas, prossegue esta quinta-feira, com o tribunal a ouvir o arguido Yanga Nsalamby Mário, ex-director técnico da EDIPESCA, que, tal como a antiga ministra das Pescas dos Executivos de José Eduardo dos Santos e de João Lourenço, negou ter beneficiado dos mais de 300 milhões de kz depositados nas contas da empresa, apurou o Novo Jornal.
O engenheiro António Francisco Venâncio, pré-candidato à presidência do MPLA, alertou para os riscos de uma eventual separação entre a liderança do partido e o exercício do poder executivo em Angola, defendendo que o actual modelo constitucional não acomoda uma “bicefalia” sem gerar conflitos institucionais.