A CIVICOP procedeu, esta sexta-feira, em Luanda, à entrega dos primeiros nove restos mortais identificados entre mais de 600 ossadas encontradas este mês numa vala comum localizada no Cemitério da Mulemba.
O antigo primeiro-ministro angolano e ex-secretário-geral do MPLA, Marcolino Moco, voltou a defender a necessidade de um “pacto de transição” para Angola, considerando que o país enfrenta um clima persistente de desconfiança política, receio de alternância do poder e conflitos internos entre actores partidários.
O presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, defendeu a necessidade de construir uma Angola assente na igualdade perante a lei, na segurança jurídica e na esperança no futuro, numa mensagem publicada na sua página oficial.
O parlamento angolano aprovou hoje a composição dos órgãos municipais da Comissão Nacional Eleitoral (CNE), que passarão a ser compostos por 11 membros, sendo seis do MPLA (poder) e dois da UNITA (oposição), que contestou a deliberação.
Os deputados à Assembleia Nacional aprovaram, esta quinta-feira, na generalidade, a Proposta de Lei que altera a Lei n.º 5/20, de 27 de Janeiro, relativa à Prevenção e Combate ao Branqueamento de Capitais, ao Financiamento do Terrorismo e à Proliferação de Armas de Destruição em Massa.
O Governo angolano vai entregar às famílias, sexta-feira, os restos mortais de mais de 500 vítimas do 27 de maio de 1977, data de uma alegada tentativa de golpe de Estado, noticiou a imprensa local.
O parlamento angolano aprovou hoje, na generalidade, a nova proposta de lei sobre o vandalismo de bens públicos, iniciativa legislativa que para o Governo “não é um exercício de teimosia política”, mas visa proteger o património público.
O presidente da Associação Justiça, Paz e Democracia (AJPD) defendeu, esta Quinta-feira, um dia de feriado nacional pelas vítimas dos conflitos políticos entre 1975 e 2002, dia para reflectir sobre incompreensões “que devem ser banidas”.
O Executivo angolano anunciou novas medidas destinadas a reforçar a produção interna e reduzir a dependência das importações alimentares, passando a obrigar os importadores de carne suína, frango, arroz e açúcar refinado a adquirirem no mercado nacional o equivalente a 20% das suas necessidades de importação.
O Estado angolano perde anualmente 178 mil milhões de kwanzas (167,9 milhões de euros) como consequência de atos de vandalismo nos setores da energia, águas e transporte, disse hoje fonte oficial, justificando a nova lei contra o vandalismo.