Sexta, 09 de Dezembro de 2022
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O general angolano 'Kopelipa', antigo chefe da Casa de Segurança de José Eduardo dos Santos, negou hoje atos ilícitos praticados através daquele órgão, instando a justiça a investigar “de onde saiu o dinheiro de Lussati”, atualmente em julgamento.

O coronel angolano Manuel Correia, coarguido do 'caso Lussati', disse hoje em tribunal que entregava mensalmente malas de dinheiro nas residências do general Eusébio de Brito, o que este negou.

O Ministério da Saúde de Angola proibiu a importação e venda de quatro lotes de xaropes fabricados pela indiana Maiden Pharmaceuticals Limited, devido à presença de substâncias contaminantes.

O Ministério dos Transportes angolano disse hoje que tomou conhecimento que o conselho de administração da TAAG concordou com um aumento salarial de cerca de 30% exigido pelos pilotos, em greve, e saudou o plano de contingência da companhia.

O líder da UNITA, maior partido da oposição angolana, foi hoje recebido pelo Presidente de Angola, João Lourenço, defendendo maior diálogo entre as instituições e lideranças políticas e a despartidarização do país.

Uma organização não-governamental angolana denunciou hoje que pessoas com estabilidade financeira no país, entre membros do governo, deputados, empresários, polícias e militares, estão a “contaminar dolosamente muitas jovens” com o VIH/Sida, um fenómeno que “renasce” no país.

A empresária Tchizé dos Santos, filha do ex-Presidente angolano José Eduardo dos Santos, ameaçou hoje manifestar-se defronte da embaixada angolana em Londres se continuar a ser alvo do que considera ser uma perseguição do Presidente de Angola.

O ativista Rafael Marques pede "uma terceira via" para Angola que congregue vários quadrantes da sociedade civil para despartidarizar o Estado e reforçar as instituições, condições essenciais ao desenvolvimento do país.

O ex-conselheiro do Presidente angolano Fernando Pacheco desvalorizou hoje o risco de um "banho de sangue" após as eleições, invocados pela oposição para não fazer ações de rua, mas criticou a presença de militares na rua.

O Bureau Político (BP) do MPLA pediu hoje ao povo para repudiar todas as acções que visem "alterar o sentimento expresso pelos angolanos nas urnas" numa resposta directa ao discurso feito pelo líder da UNITA na manifestação de Sábado, em Luanda.

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