País terá necessidade de perto de 3,6 milhões de postos de trabalho adicionais, muito acima dos 2,3 milhões de empregos formais existentes no final de 2022. Pesquisadores da Universidade Lusíada consideram tratar-se de uma situação “grave” que “exige medidas de emergência”.
O ministro da Energia e Águas, João Baptista Borges, disse, terça-feira, em Luanda, que “se tudo correr como programado teremos 60 por cento da população com acesso à electricidade” até 2027.
A UNITA, oposição angolana, considerou hoje que protestos como o das vendedoras ambulantes (“zungueiras”) vão continuar, apesar da repressão policial, responsabilizando a “má governação” por estas situações.