A polícia angolana anunciou este domingo que o catequista detido em Cafunfo esta madrugada, e posteriormente libertado, foi "convidado" a "aclarar" as declarações sobre os acontecimentos de 30 de janeiro e garante que "não existe caça ao homem".
O antigo primeiro-ministro de Angola Marcolino Moco manifestou-se hoje contra o que classificou como "'bullying' racista e xenófobo" à volta do líder da UNITA, Adalberto Costa Júnior, nos últimos dias no país.
Angola tem registado ao longo dos últimos 10 anos a agudização das convulsões sociais por força do agravamento da fome e da pobreza que graça o povo, e analistas dizem que o Executivo deve abordar as raízes e não simplesmente agredir os manifestantes.