A coordenação da Frente Patriótica Unida (FPU) começou esta quinta-feira, 11, a entregar aos órgãos de soberania e à sociedade civil a "comunicação sobre o País real", que considera um "desastre económico", reflexo directo de péssima gestão da coisa pública, por parte dos membros do Executivo. Desastre, compadrio, pobreza, despesismo e desperdício são alguns dos tópicos do documento.
O Governo angolano estimou hoje a redução da taxa de fecundidade do país dos atuais 5,4 filhos para 3,2 por mulher até 2050, perspetivando, no entanto, um aumento populacional para o dobro dos atuais 35 milhões neste período.
O militante António Venâncio afirma que a grande novidade é a "ansiedade dos militantes do MPLA quererem ver múltiplas candidaturas no congresso ordinário de 2026, para o bem da democracia interna do partido".
Militantes do MPLA na província do Moxico defenderam, esta quarta-feira, no Luena, a implementação de mecanismos, com vista à protecção de quem denuncia actos de corrupção no país.
O coordenador do PRA-JA servir Angola, Abel Chivukuvuku, está a preparar uma nova comissão instaladora para o seu projeto político e confia que estará legalizado como partido até ao primeiro trimestre de 2025.
Os líderes da Frente Patriótica Unida (FPU), plataforma que congrega UNITA, Bloco Democrático e projeto político PRA-JA Servir Angola, apelaram hoje à mobilização popular para “cobrar” promessas eleitorais e anunciaram ações de luta com a sociedade civil.
O diretor nacional do Trabalho angolano anunciou hoje que foram criados, no primeiro semestre deste ano, mais de 110 mil empregos, um aumento de 25% comparativamente ao período homólogo de 2023.
As reclamações do Sistema Financeiro Angolano (SFA) mais do que duplicaram no primeiro trimestre deste ano face ao último trimestre do ano passado, e tiveram um aumento ainda maior, de 146,29%, face ao período homólogo de 2023.
O advogado angolano Zola Bambi considerou hoje, em Luanda, “alarmantes” as detenções arbitrárias em Angola, que disse terem “proteção" das autoridades e "solidariedade institucional”, defendendo a necessidade de controlar essa violação dos direitos.
Após ter comparecido nas primeiras três sessões de julgamento, no passado mês de Março, uma das principais arguidas no processo que está a ser julgado no Tribunal de Comarca de Luanda e envolve quatro funcionários do Banco de Comércio e Indústria (BCI), com posições de chefia, que no mês de Fevereiro de 2022 simularam um incêndio no banco e roubaram mais de 100 milhões de kwanzas da caixa forte, fugiu e está em parte incerta, soube o Novo Jornal.