As contas da sucessão de José Eduardo dos Santos na presidência de Angola continuam a complicar-se. Primeiro foram os problemas com o “vice” Manuel Vicente, depois a crise financeira trazida pela quebra das receitas do petróleo. Entretanto, um candidato continua a dar tudo para ter “boa publicidade”: José Filomeno dos Santos (Zenú), filho do presidente e, agora, o “diversificador” da economia.
O Chefe de Estado angolano, José Eduardo dos Santos, conferiu hoje posse a Fernando Faustino Muteka, para consultor do Presidente da República, António Manuel Luvualu de Carvalho, para embaixador itinerante, Ernesto Manuel Norberto Garcia e Luís Domingos José, para director e director-adjunto da Unidade Técnica para o Investimento Privado, respectivamente.
O objectivo seria passar a controlar a maioria do capital do banco angolano, onde já controla 49,9%.
O ministro da Defesa Nacional, João Lourenço, repudiou ontem em Luanda a ingerência nos assuntos internos de outros Estados, com recurso a métodos cada vez mais subtis para derrubar governos democraticamente eleitos, sempre com o argumento de falta de democracia.
O Banco Nacional de Angola (BNA) disponibilizou em agosto mais de 290 milhões de dólares em divisas para garantir o pagamento de bens alimentares em compras ao exterior do país, que absorveram 40,6 por cento das reservas consideradas prioritárias.
Empresária angolana, que controla 19% do BPI, tem poder para chumbar, em assembleia-geral, solução do BPI para o excesso de concentração de riscos em Angola. Banco pretende transferir BFA e BCI para nova sociedade detida pelos accionistas do BPI.
Bruxelas - O membro do Comité Central do MPLA, Salomão Xirimbimbi, manteve nesta terça-feira, em Bruxelas, Bélgica, um encontro com a presidente da Comissão dos Direitos Humanos da Parlamento europeu, Helena Valanciana.
O Presidente da UNITA, Isaías Samakuva recebeu na tarde desta terça-feira, 29 de Setembro de 2015, o representante da União Europeia para a região da África Austral.
Os familiares dos 15 activistas detidos nas cadeias de Luanda, Kaquila e Calomboloca continuam a denunciar actos de humilhação e violação dos direitos daqueles cidadãos praticados por agentes penitenciários.
Mais de um terço do capital do Fundo Soberano de Angola (FSDEA), que conta com ativos de 4,88 mil milhões de dólares, estava investido na Europa, segundo informação da auditoria realizada às contas de 2014, hoje divulgada.