Angola registou mais um caso positivo de covid-19 nas últimas 24 horas, elevando para 70 o número de pessoas infectadas no país.
As aulas nas instituições de ensino primário, públicas e privadas, retomam oficialmente a 27 de Julho, determina o Decreto Presidencial sobre o Estado de Calamidade, anunciado esta segunda-feira.
O professor e advogado queniano Patrick Lumumba alertou hoje para os riscos do regresso de antigas potenciais coloniais, como a França, o Reino Unido ou Portugal, a África, sublinhando a urgência de unidade e coordenação na atuação do continente.
Durante ano e meio, Ruben Alonso Elorza pedalou 26 mil quilómetros através de África, percorrendo 17 países, mas a pandemia de covid-19 acabou com a aventura do viajante, que vive há mais de dois meses numa paradisíaca praia angolana.
O Governo angolano aprovou hoje a declaração do estado de calamidade pública, com novas regras de funcionamento dos serviços públicos e privados para prevenção da covid-19, mantendo-se a cerca sanitária em Luanda até 09 de junho.
O Banco Nacional de Angola anunciou hoje que a plataforma de negociação de moeda estrangeira (FXGO) conta já com 23 bancos e oito empresas do setor de petróleo e vai abrir-se às companhias de diamantes e ao Tesouro Nacional.
Em dois anos, o banco perdeu 82% dos depósitos e agora está em incumprimento com os mínimos exigidos de fundos próprios regulamentares, o que levou ao encerramento "compulsivo" do Banco Postal. BKI apresentou ao BNA o plano de revitalização que passa por vender e pela entrada de "dinheiro fresco'.
Mais de um terço dos angolanos ficaram privados de comida, água potável e assistência médica e medicamentosa, no ano passado, segundo um inquérito promovido pela organização Afrobarómetro.
O conhecido como "Caso 26", envolvendo um cidadão angolano responsável para a cerca sanitária na comuna do Futungo, município de Belas (Luanda), testou negativo e pode ter alta médica nos próximos dias, se este quadro se manter até nova análise, dentro de sete dias.
É mais um capítulo no propalado processo do arresto de turbinas que envolve o Ministério da Energia e Águas de Angola, a empresa Anergy e a multinacional americana General Electric.