As autoridades angolanas estão a investigar a denúncia sobre o extermínio de tubarões no país, fenómeno de que já havia suspeita, devido à apreensão de grandes quantidades de barbatanas desta espécie, no aeroporto internacional de Luanda, envolvendo cidadãos asiáticos.
Reportagem da televisão portuguesa TVI diz que Edeltrudes Costa, diretor de gabinete do Presidente angolano, fez fortuna à custa do Estado. UNITA pede investigação do caso.
O Comandante-geral da Polícia Nacional, Paulo de Almeida, durante um encontro nesta terça-feira, 22, em Luanda, com o presidente do CNJ, garantiu que 80 por cento dos agentes da polícia, vão voltar às escolas, fruto da aprovação do novo Estatuto Orgânico daquele órgão.
A reabertura do espaço aéreo de Angola, em 21 de setembro, vai permitir ligações quase diárias entre Lisboa e Luanda com as transportadoras portuguesa, TAP, e angolana, TAAG, a voarem três vezes por semana, em dias alternados.
O Ministério Público pediu ao plenário do Tribunal Supremo o agravamento das penas aplicadas aos quatro réus do processo de transferência de 500 milhões de dólares do Banco Nacional de Angola para o exterior do país
A estação televisiva portuguesa TVI revelou na segunda-feira, 21, uma investigação na qual disse que o Presidente de Angola, João Lourenço, facilitou negócios entre o Estado e o seu chefe de Gabinete, Eldetrudes Costa, que renderam ao seu braço direito milhões de dólares.
Documentos na posse do VALOR revelam redução significativa dos preços na logística dos petróleos, a partir de 2017, e fontes do sector garantem que o monopólio da Sonils, tal como o das AAA, terá precipitado sobrefacturação.
A Sonangol anunciou hoje que estão em curso processos de alienação de dois hotéis, em Luanda, e está a ser preparada a venda de ativos em Cabo Verde, São Tomé e Príncipe e Costa do Marfim.
Mais de 300 pessoas que alegam ter sido lesadas pelos empreendedores brasileiros da Build Angola em 53,9 milhões de dólares (45,5 milhões de euros), entre 2007 e 2011, realizam, no sábado, uma manifestação para reclamar os seus direitos.
O empresário angolano Carlos São Vicente ficou hoje em prisão preventiva, por suspeita de crimes de peculato e branqueamento de capitais, entre outros, disse à agência Lusa fonte da Procuradoria-Geral da República (PGR).