Quarta, 01 de Mai de 2024
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A UNITA, oposição angolana, disse hoje que as autoridades estão a criar um “bode expiatório” para tentar fugir à essência dos problemas do país, com a acusação do seu alegado envolvimento na organização das manifestações de sábado passado.

A polícia angolana dispersou hoje, em Luanda, a marcha contra a subida do combustível e fim da venda ambulante, usando gás lacrimogéneo contra os manifestantes, originando pânico e desmaios, havendo relatos de alguns feridos e detidos.

O Presidente angolano disse hoje que as instituições do Estado estão “atentas e vigilantes” a quem procurar chegar ao poder “por caminhos impróprios” e inconstitucionais e que não vão deixar ruir a construção do Estado de Direito.

O candidato indicado pelo Presidente da República angolano para governador do Banco Nacional de Angola (BNA), Manuel Tiago Dias, será ouvido sexta-feira na Assembleia Nacional sobre as futuras funções.

O juiz presidente do Tribunal Supremo, Joel Leonardo, exonerou vários profissionais com cargos de chefia, nomeadamente a directora-adjunta do seu gabinete, Laura do Amaral.

O Presidente angolano alertou hoje para os “fins maléficos” da Internet, apelando aos jovens que evitem propagar boatos e mentiras e aos partidos que se abstenham de os usar contra os adversários políticos e contra a pátria.

O líder da UNITA, maior partido da oposição angolana, contabilizou mais de 130 mortes desde 2017 na sequência de protestos ou confrontos com a polícia, acusando o executivo angolano de “repressão excessiva”.

O vice-governador do Banco Nacional de Angola (BNA), Manuel Dias, assume a liderança interina do banco central angolano, após a nomeação de José de Lima Massano para ministro de Estado para a Coordenação Económica.

Ativistas e membros da sociedade civil angolana convocaram para 17 de junho uma manifestação nacional para protestar contra a subida dos preços do combustível, o fim da venda ambulante e a proposta de lei das ONG.

O balanço final da polícia sobre os tumultos registados, segunda-feira, na província angolana do Huambo, dá conta de cinco mortos, oito feridos e 34 detidos, na sequência de protestos para a atribuição de subsídios aos combustíveis, soube hoje a Lusa.

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