A polícia angolana impediu hoje e deteve seis ativistas de Cabinda, que tentaram realizar uma manifestação em frente à embaixada portuguesa em Luanda, para exigir a Portugal o cumprimento do acordo que permitia a independência do enclave.
Vários bispos católicos angolanos denunciaram hoje o que consideram ter sido um “grave massacre” de manifestantes na localidade de Cafunfo, Lunda Norte, afetos ao Movimento do Protetorado Português da Lunda Tchokwe (MPPLT).
O Movimento do Protetorado Português da Lunda Tchokwe assegurou hoje não ter armas nem exército e declinou qualquer responsabilidade nos acontecimentos de sábado em Cafunfo, que “ceifaram vidas inocentes”, os quais atribuiu às “autoridades do Governo, sobretudo da Polícia Nacional”.
Uma casa de banho para oito pessoas e uma cozinha para cem é o cenário das pensões em Lisboa onde vivem dezenas de doentes angolanos, onde falta desinfetante e máscaras e o medo da covid-19 é constante.
Um oficial superior das Forças Armadas Angolanas (FAA), ferido no confronto com cerca de 300 elementos do auto-denominado “Movimento Protectorado Lunda Tchokwe”, foi evacuado este domingo para a província de Malanje, por precisar de especiais.
Uma comissão de inquérito desloca-se, nos próximos dias, ao município do Cuango (província da Lunda Norte), para averiguar as circunstâncias da rebelião protagonizada por elementos do auto-denominado "Movimento Protectorado Lunda Tchokwe".
Milhares de fiéis da IURD Angola desfilaram hoje na marginal de Luanda, reivindicando a abertura dos templos e defendendo a união da igreja, envolta em conflitos internos que culminaram na criação de uma Comissão de Reforma recentemente legitimada.