A UNITA, oposição angolana, lamentou hoje que os “filhos de Angola” continuam a enfrentar dificuldades de vária ordem, sobretudo o “não usufruto cabal dos direitos fundamentais”, volvidos 61 anos do início da luta armada de libertação do país.
O Governo angolano considerou hoje que as eleições gerais, previstas para agosto, serão organizadas para que sejam “livres, justas, transparentes e abrangentes” e que o que une o país “é superior às pequenas diferenças políticas”.
O MPLA, partido no poder em Angola, considera que as próximas eleições gerais, previstas para agosto, devem servir para a “expressão de ações de consolidação da paz, democracia, coesão e de reforço da cidadania participativa”.
A África, por culpa das suas lideranças, tornou-se num continente onde são usadas todas fórmulas que a mente humana é capaz de imaginar para conquistar e preservar o poder.