A administração do parlamento angolano condenou hoje as orações efetuadas por religiosos na sala do plenário, referindo que o “deslize” resultou de “fatores emocionais dos pastores e da desatenção de funcionária parlamentar”, garantindo que foram tomadas “medidas administrativas”.
Apenas 42% dos angolanos têm atualmente acesso à eletricidade, percentagem que fica abaixo dos 10% em três províncias do interior, refere um estudo hoje apresentado.
Os dois maiores partidos angolanos, MPLA (no poder) e UNITA (oposição) vão realizar, no sábado, dois comícios, que decorrem quase em simultâneo, em Luanda, capital do país e principal praça da disputa eleitoral marcada para 24 de agosto.
O Partido de Renovação Social (PRS), oposição angolana, condenou e considerou hoje “um grande erro” a realização de orações na sala principal do plenário da Assembleia Nacional (parlamento), exortando a direção o órgão legislativo a “pedir desculpas”.