O Tribunal Constitucional não tinha, até ao final de tarde de ontem, Quinta-feira, nenhum documento que atestasse a legalização do projecto de partido político PRA-JA Servir Angola, de Abel Chivukuvuku, segundo uma fonte de OPAÍS.
“Se tiver que morrer, isso é normal, pelo menos, dei a minha opinião sobre o país, quem não vai morrer? É caminho de todos ou o João Lourenço vai viver para sempre?”, questiona o activista, para quem “o maior inimigo do MPLA é a unidade do povo".
Angola vai passar a ter, a partir do próximo mês, 158 juízes de garantia com vista a defender os direitos fundamentais dos cidadão, decidindo sobre questões como a prisão preventiva ou domiciliária, foi hoje anunciado.
O presidente FNLA, Nimi a Nsimbi, assegurou em declarações ao jornal OPAÍS que o seu partido não deve a nenhum delegado de lista, no decurso das eleições de Agosto de 2022. Apesar de reconhecer ter havido atraso, garantiu que todos foram pagos.