Angola lamenta a posição de algumas organizações internacionais que procuram pintar um “quadro negro” sobre violações dos direitos humanos no país. Ainda assim, Luanda considera as denúncias bem-vindas desde que sejam usadas as vias adequadas.
Um bispo católico angolano Maurício Camuto criticou hoje que um grupo "que pensa ser iluminado" e quer levar Angola avante "como se tivesse uma varinha mágica", não consiga resolver os problemas do país, defendendo maior participação cidadã.
O capital social exigido para constituição de uma sociedade de microcrédito não bancária reduziu de 25 milhões para cinco milhões de kwanzas, com vista a promoção do surgimento de novos operadores no mercado financeiro angolano.