O ex-líder espiritual da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) de Angola, negou hoje em tribunal a obrigatoriedade da vasectomia, salientando não ter registo do procedimento cirúrgico por parte de algum pastor no seu mandato.
O ministro da Justiça e Direitos Humanos disse hoje que Angola respeita a liberdade religiosa, mas que o Estado intervém quando há indícios de crime, como aconteceu com a Igreja Universal do Reino de Deus (IURD).
O Expansão sabe que a decisão da Comissão de Negociação do concurso público foi favorável à Anseba, pelo caminho ficaram os franceses do Carrefour, os sul-africanos da Shoprite e até os antigos donos do Kero. O Instituto de Gestão de Activos e Participação do Estado (IGAPE) coordenou o processo
O julgamento do “Caso Igreja Universal” começou, esta quinta-feira(18), no Tribunal Provincial de Luanda, com trocas de mimos entre o advogado da ala angolana daquela denominação religiosa e o bispo Honorilton Gonçalves, um dos réus principais.