O embaixador itinerante angolano Luvualu de Carvalho afirmou hoje que o relatório da Amnistia Internacional (AI) que aponta graves violações dos direitos humanos em Angola "não é justo" e não leva em conta os "avanços significativos e visíveis".
O parlamento angolano aprovou hoje, depois de vários adiamentos, a Lei da Nacionalidade, diploma que impede agora cidadãos estrangeiros e seus descendentes, nascidos em Angola no tempo colonial português, de serem angolanos.
Angola está entre os 18 países que se destacaram em 2015 como principais violadores dos direitos humanos no mundo, ao lado da China, Estados Unidos, Reino Unido ou Rússia, indica hoje um relatório da Amnistia Internacional (AI).