As cidades angolanas confrontam-se com a escolha entre a contenção da pandemia, depois do estado de emergência decretado pelo governo, e a necessidade de trabalhar para conseguir comer.
As empresas da empresária angolana Isabel dos Santos que, em conjunto com a Sonaecom controlam a operadora NOS, consideraram hoje que o arresto das suas participações na empresa, anunciado no sábado, é “abusivo” e “excessivo”.
A covid-19 já entrou no vocabulário dos “musseques” de Luanda, onde os habitantes sabem como se proteger, mas temem os efeitos do estado de emergência que os proíbe de biscates e pequenas vendas que lhes garantem a sobrevivência diária.