Quinta, 27 de Agosto de 2026
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Quinta, 27 Agosto 2026 19:25

Governo prepara demolição do “Prédio de Tijolos” na Maianga

Uma delegação multissectorial inspeccionou, esta quinta-feira, várias obras abandonadas nos municípios da Maianga e da Ingombota, em Luanda, com destaque para o denominado “Prédio de Tijolos”, situado nas proximidades do Hospital Josina Machel, cuja demolição está entre as medidas em avaliação pelas autoridades.

A visita envolveu representantes do Ministério da Administração do Território, do Ministério das Obras Públicas, Urbanismo e Habitação e do Governo Provincial de Luanda, que avaliaram o estado de conservação das estruturas e os riscos que representam para a população.

O objectivo da missão foi identificar situações de perigo associadas à degradação das obras abandonadas e definir as medidas mais adequadas para cada local, que poderão passar pela recuperação, reabilitação ou demolição das estruturas.

Entre os espaços inspeccionados esteve o “Prédio de Tijolos”, na Maianga, uma estrutura degradada localizada junto a uma zona de elevada circulação, nas proximidades do Hospital Josina Machel.

A delegação avaliou igualmente um espaço baldio situado no perímetro do Estádio dos Coqueiros e uma obra localizada no Largo Lucrécia Paim, ambos no município da Ingombota.

As autoridades pretendem, com estas intervenções, reduzir os riscos provocados por estruturas abandonadas ou degradadas, sobretudo para moradores, peões e demais utilizadores das áreas envolventes.

A avaliação das condições de segurança deverá determinar, em cada caso, a intervenção necessária, incluindo a eventual demolição das estruturas que apresentem maior risco de colapso ou que não reúnam condições para recuperação.

A iniciativa enquadra-se nas medidas das autoridades para melhorar a segurança e a salubridade dos espaços urbanos de Luanda, numa altura em que várias estruturas abandonadas continuam a representar riscos para a população.

No caso do “Prédio de Tijolos”, a demolição surge assim como uma das soluções em análise pelas entidades competentes, tendo em conta o estado de conservação da estrutura e a necessidade de eliminar eventuais riscos para quem circula ou permanece nas proximidades.

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