Quarta, 26 de Janeiro de 2022
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Terça, 30 Novembro 2021 12:11

Empresas Teixeira Duarte e Soares da Costa terão sido usadas pela IURD para repatriamento ilícito de dinheiro

As empresas do ramo de construção civil que actua em Angola, nomeadamente, Teixeira Duarte e Soares da Costa, estão entre as empresas usadas no repatriamento ilícito de capitais, de Angola para a República Federal do Brasil.

A informação, soube Angola24horas de uma publicação próxima à Igreja Universal do Reino de Deus, é do Ministério Público angolano na leitura dos processos das acusações do julgamento do caso IURD, na audiência da terceira sessão em que acusa as empresas Teixeira Duarte, Soares da Costas e outras como tendo sido usadas para desvio de avultadas somas dos fundos da IURD de Angola para África do Sul até Brasil.

Consta, que ao longo de quase 30 anos desde a implantação da Igreja Universal do Reino de Deus em Angola, os Brasileiros que estavam em frente da IURD e ao serviço do fundador Bispo Edir Macedo, terão despistado às normas fiscais de Angola, e com base em esquemas altamente fradulentos retiravam via África do Sul para terra do Macedo "Brasil", cerca de 120 milhões de dólares por ano.

De referir que, o julgamento do caso IURD, só teve início na quinta-feira 18 de Novembro do ano em curso, dois anos depois, em que são arguidos os Bispos Honorilton Gonçalves de nacionalidade Brasileira, Miguel António Ferraz, angolano perfazendo um total de 5 arguidos.

Estes, são segundo alegações acusados nos crimes de associação criminosa, burla por defraudação, branquemento de capitais, violência doméstica e repatriamento ilícito de capitais.

O tão falado "Caso IURD" decorre no Tribunal da Comarca de Luanda, Dona Ana Joaquina, sem previsões de terminar tão cedo conforme análises da opinião pública.

De recordar que, cinco arguidos e mais de 100 declarantes estão envolvidos no polêmico caso dos membros de direcção e fiéis da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD).

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