Em comunicado de imprensa, esta quinta-feira, 4 de Fevereiro, a UNITA denuncia que após ser impedidos de entrar em Cafunfo, pela Polícia Nacional, os deputados à Assembleia Nacional, passaram horas a fome, porque a viatura que transportava a alimentação foi igualmente impedida de chegar no local.
O caso julgado pela justiça helvética acabou com a condenação do ex-CEO da SBM, Didier Keller. Apesar disso, a Procuradoria-Geral da República de Angola ainda não terá aberto um inquérito relativo a este processo que envolve quadros da Sonangol.
O presidente do Movimento do Protetorado Português Lunda Tchokwe (MPPLT), promotor da manifestação de Cafunfo, que resultou em várias mortes, afirmou hoje à Lusa que "está em Luanda" e "não está foragido", mas "teme pela vida" devido "ameaças anónimas".
O político angolano Abel Chivukuvuku considerou hoje que houve excesso do uso de força e abuso do poder no incidente ocorrido no Cafunfo, província angolana da Lunda Norte, que provocou, segundo as autoridades, seis mortos, cinco feridos e 16 detidos.
O ministro do Interior de Angola criticou a presença de alguns partidos políticos em Cafunfo, na província da Lunda Norte, onde seis pessoas morreram, cinco outras ficaram feridas e 16 detidas, na sequência de uma manifestação.
O político angolano Abel Chivukuvuku disse hoje que apenas aceitaria integrar um governo do MPLA caso aceitassem as suas propostas, reiterando que tem estado a dialogar "com todos" os partidos sobre a sua participação na vida política do país.
Uma delegação do grupo parlamentar da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA), que integra cinco deputados, encontra-se retida à entrada de Cafunfo, Angola, por não estar a ser autorizada a sua passagem.