O político angolano Abel Chivukuvuku alertou hoje para “preocupantes sinais de intolerância” política em Angola, numa altura em que o país prepara eleições gerais, e sublinhou que sair do poder “não é o fim”.
A UNITA, maior partido da oposição angolana, defendeu, em sua declaração política desta terça-feira, 22 de março, sobre o projecto de decisão do Tribunal Constitucional (TC), que este órgão do angolano, deve mudar a sua postura para, entre outros assuntos, ganhar o respeito dos cidadãos angolanos.
Sedes do MPLA foram atacadas, tal como dirigentes do partido no poder. Jornalista diz que é a resposta dos cidadãos às más condições de vida a que foram sujeitos pelo Governo. Até onde irá a revolta?
O MPLA, partido no poder em Angola, atribuiu hoje responsabilidades pelos confrontos que envolveram militantes partidários no Uíje à UNITA (oposição), afirmando que este foi sempre o seu “comportamento” e apelou às autoridades que levem os responsáveis a tribunal.
A UNITA, oposição angolana, denunciou hoje a existência de “terrorismo de Estado e prisões arbitrárias” de 35 militantes do partido, no município de Sanza Pombo, província do Uíje, na sequência de conflitos com militantes do MPLA (no poder).
O ministro dos Transportes angolano, Ricardo Abreu, negou hoje, em Luanda, a existência de despedimentos na companhia aérea de bandeira, TAAG, afirmando que estão em curso processos de reforma.
Morreu, nesta terça-feira, 22, aos 66 anos de idade, na cidade do Porto, em Portugal, vítima de doença, o general Paulo Lara, um dos três filhos de Ruth e Lúcio Lara, dois dirigentes da luta de libertação nacional, sendo o último uma das mais importantes figuras do MPLA, movimento político anti-colonial que ajudou a fundar.