A presidente da Assembleia Nacional de Angola disse hoje que os cidadãos esperam do órgão legislativo “maior abertura, mais transparência e capacidade de escrutínio”, defendendo que o “diálogo e tolerância” devem guiar a vida parlamentar nesta legislatura.
A deputada da UNITA (oposição) Arlete Chimbinda, foi eleita hoje segunda vice-presidente da Assembleia Nacional (parlamento) de Angola durante uma plenária para composição da mesa definitiva do órgão legislativo, processo considerado “marcante” pela presidente do parlamento angolano.
As vozes inconformadas apontam o facto de a UNITA ter quadros suficientes e capazes para ocupar o cargo de quarto vice-presidente da Assembleia Nacional, pelo que não entendem a indicação de Xavier Jaime, proveniente das fileiras do projecto político PRA-JÁ Servir Angola, de Abel Chivucuvucu, organização que, em 2020, foi chumbada pelo Tribunal constitucional quando tentava se legalizar como partido político
Francisco Boaventura Chitapa, recentemente nomeado, secretário de Estado da Juventude, é citado como estando em conluio com um grupo de indivíduos, que se intitula como seus assessores, para, através de um “plano macabro”, devidamente elaborado, para “assassinar” a imagem do Conselho Nacional da Juventude (CNJ) e do seu presidente, Isaías Kalunga.
O Grupo Parlamentar da UNITA apontou a institucionalização das autarquias locais como “a via mais prática, eficaz e eficiente” para a solução dos problemas que afligem Luanda.
Angola subiu para o 40.º lugar do Índice Ibrahim de Governação Africana (IIAG) 2022, continuando a mostrar sinais de progresso crescente, de acordo com um relatório hoje publicado.
O Governo angolano manifestou-se hoje “preocupado” com a utilização de meios técnicos “cada vez mais bélicos” na guerra na Ucrânia, admitindo que o conflito poderá transformar-se para uma terceira guerra mundial.