O primeiro-secretário da Mesa da Assembleia Nacional (AN), Manuel Dembo, considerou infundadas as declarações do presidente do Grupo parlamentar da UNITA sobre alegada violação das disposições constitucionais na mudança da abertura do ano parlamentar 2023-2024 de domingo (15) para segunda-feira (16).
O analista político Albino Pakissi desafiou hoje os deputados angolanos a concluírem o pacote legislativo autárquico, para a consequente implementação do poder autárquico e redução das assimetrias no país, e a promoverem “consensos” sobre problemas do país.
Um analista político pediu hoje “sensibilidade” do Presidente angolano em assumir publicamente que o país “está em crise e que o povo está a sofrer de fome” e defendeu que João Lourenço, no seu discurso à Nação, apresente soluções efetivas.
O presidente da UNITA, Adalberto C. Júnior, disse esta terça-feira, 10, que a denúncia do Major Lussaty imputa, "gravemente", ao mais alto responsável do SINSE, factos que constituem "violação clamorosa" da Constituição e outras leis vigentes na República de Angola, atentando igualmente contra o Estado Democrático e de Direito, bem como contra o normal e regular funcionamento das Instituições do Estado.
A UNITA discorda do adiamento da reunião plenária solene de abertura da segunda sessão Legislativa da V Legislatura da Assembleia Nacional (AN) para 16 de Outubro, considerando que a reunião solene deve ocorrer na data constitucional, que é o 15 de Outubro.
O ano parlamentar em Angola arranca na próxima segunda-feira com o discurso sobre o Estado da Nação do Presidente da República, João Lourenço, anunciou a Assembleia Nacional na sua página oficial.
A UNITA defendeu hoje que o Tribunal de Contas deve publicar os resultados das auditorias às contas do Estado não apenas como “exercício de transparência”, mas também “para que se possa aferir as consequências dali resultantes”.