Antigo primeiro-ministro, ao tempo de José Eduardo dos Santos, e hoje administrador não-executivo da Sonangol, Marcolino Moco confessa-se preocupado por se pensar que “toda a gente tem de ir para a cadeia”, questionando-se sobre quem se poderá salvar. Insiste numa “justiça restaurativa” e sugere a mudança de filosofia, já que o “poder é para servir e não para fazer vinganças”.
Tribunal Provincial de Luanda diz que último endereço da empresa era no Pólo Industrial de Viana, actualmente encontra-se em parte incerta.
A segunda sessão do julgamento do general "Zé Maria" está a ser marcada pela recusa do ex-chefe do Serviço de Inteligência e Segurança Militar (SISM) em aceitar, perante o juiz da causa, que deveria entregado os documentos militares, onde se incluem os referentes à batalha do Cuíto Cuanavale, ao seu substituto, o general Miala, após ter sido exonerado, sem que antes houvesse uma reunião entre João Lourenço e José Eduardo dos Santos.
O deputado Manuel Vicente, Francisco Lemos e Orlando Veloso todos antigos gestores da Sonangol EP, mantem controlo do patrimônio do Estado, provenientes daquela empresa.
A equipa de advogados do general Zé Maria, antigo de chefe do Serviço de Inteligência e Segurança Militar (SISM), revelou ontem, em tribunal, que foi anexado ao processo um documento forjado para incriminá-lo
Um novo relatório realizado para a Organização das Nações Unidas (ONU) sobre os objetivos do desenvolvimento sustentável da Agenda 2030 colocou Angola na posição 149 numa lista de 162 países avaliados.
Já está em tribunal o processo relativo a suspeitas de desvio de fundos na Delegação Provincial do Interior em Benguela, com o antigo chefe dos recursos humanos, Moisés Caloweio acusado de ter inserido na folha de salários trabalhadores do seu hotel.