Adalberto da Costa Júnior, líder da UNITA e da oposição em Angola, diz que “há proteccionismos evidentes” na luta contra a corrupção no seu país. E que “deixar transcorrer as imunidades” de José Eduardo dos Santos e de Manuel Vicente “é uma questão de opção”. Quanto à transição de poder, refere que chega a haver mais “manipulação partidária” agora.
A Amnistia Internacional (AI) defendeu hoje que o tema dos direitos humanos deve ser uma das prioridades da agenda da chanceler alemã, Angela Merkel, durante a sua visita a Angola na próxima sexta-feira.
Juristas angolanos manifestam opiniões divergentes sobre as declarações do presidente João Lourenço de que não há quaisquer negociações com Isabel dos Santos.
O Presidente angolano, João Lourenço, inaugurou o Instituto Politécnico das Pescas, financiado pelo governo espanhol, para atender a "carência de técnicos qualificados" de nível médio para o setor.
Um antigo dirigente federal dos Estados Unidos Malik Chaka defendeu a "organização de audiências" sobre Angola pelo Congresso norte-americano e o departamento de Justiça a “auxiliar os angolanos”, no âmbito do caso ‘Luanda Leaks’.
Uma antiga embaixadora dos Estados Unidos em Angola considerou, na segunda-feira, serem necessárias "maneiras mais sofisticadas" de ver e combater a corrupção para distinguir a "fraude maciça".
O presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, diz que o MPLA "institucionalizou a corrupção" em Angola. Em entrevista, afirma ainda que não há separação de poderes no país, ao contrário do que garante João Lourenço.