As autoridades africanas confrontaram publicamente a China por causa das alegações de maus-tratos. Há relatos de restaurantes, empresas e hotéis que têm recusado fazer negócios com “clientes que pareçam ser de origem africana”.
Mais de 80 intelectuais africanos ou da diáspora apelaram hoje a chefes de Estado do continente para que repensem a saúde como “um bem público essencial” e para que aproveitem “este momento de crise” para “rever as políticas públicas”.