O Presidente angolano negou hoje ter recuado no combate à corrupção e na abertura democrática durante o seu mandato, considerando "atos nefastos" o culto da personalidade ou a bajulação dos dirigentes.
O Presidente angolano disse hoje, em Luanda, que os que consideram que a justiça angolana é seletiva são os mesmos que pretendem que os órgãos judiciais olhem para o critério da filiação antes de atuarem.