ONG angolanas criticaram recentemente ameaças da FLEC a cidadãos chineses e, em resposta, o movimento separatista pede a essas organizações para exigirem um diálogo entre o grupo armado e as autoridades de Angola.
O presidente da Assembleia Nacional de Angola endereçou uma carta ao seu homólogo do Parlamento Europeu, na qual repudia a resolução tomada por aquele órgão sobre limitações de liberdades no país africano.
Ainda não foi desta que chegou ao fim o mediático caso que mexeu e continua a dar que falar entre os luandenses e não só. O Tribunal Provincial de Luanda suspendeu a audiência e decidiu-se a transferi-la para os dias 5 e 6 de Outubro.