Sábado, 21 de Mai de 2022
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O Bureau Político do MPLA, partido no poder, congratulou-se com a decisão do Presidente angolano de solicitar à Assembleia Nacional a reapreciação de algumas matérias da Lei de Alteração à Lei Orgânica sobre as Eleições Gerais.

O presidente da República, João Lourenço, vai devolver à Assembleia Nacional, a lei eleitoral aprovada há uma semana, pelo parlamento angolano, apenas com votos favoráveis do partido no poder em Angola, MPLA.

O Governo angolano lançou hoje o concurso público internacional para a gestão e manutenção do Caminho-de-Ferro de Benguela, denominado Corredor do Lobito, por um prazo de 30 anos, anunciou o responsável do setor dos transportes.

A ministra das Finanças angolana admitiu hoje que o Estado tem muito património não registado, bem como “dinheiro espalhado que não sabe que existe”, apelando ao reforço da fiscalização para assegurar o cumprimento das regras orçamentais.

O processo-crime contra o deputado, ex-governador e antigo ministro Higino Carneiro já se encontra em tribunal, revelou nesta quinta-feira, 02 de Setembro, em Luanda, o procurador-geral da República, Hélder Pitta Grós, em entrevista à Rádio Nacional de Angola.

Partidos políticos na oposição angolana defenderam hoje que o Presidente angolano, João Lourenço, “não deve promulgar” a lei que altera a lei orgânica das eleições gerais, aprovada na quarta-feira, por conter normas que “atentam à transparência das eleições”.

O parlamento angolano aprovou hoje na globalidade a lei de alteração à lei orgânica das eleições gerais, com votos contra da oposição, que considera o documento como “lei da fraude eleitoral”, enquanto o MPLA enaltece o diploma.

A UNITA, na oposição angolana, denunciou hoje um "plano macabro de implosão do partido, orquestrado pelo regime" e considerou que a proposta de alteração à Lei Orgânica das Eleições Gerais, iniciativa do MPLA (poder), "retira credibilidade" ao processo eleitoral.

O Conselho de Ministros de Angola aprovou hoje o levantamento da cerca sanitária à província de Luanda, capital do país, que se encontra nesta condição desde março de 2020 devido à pandemia da covid-19.

Abel Cosme fugiu para Portugal, alegadamente para se tratar de problemas cardíacos. Foi procurado pela Interpol por suspeitas de desvio de dinheiros públicos, crime que lhe pode valer até 16 anos de prisão.

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