CARTA ABERTA: Constituído o novo Governo, e embora os cidadãos tomaram conhecimento público do texto dos juramento feitos pelos membros do Governo e outros dirigentes empossados, do qual juraram respeitar as leis e a constituição, combater a corrupção, o nepotismo e outros males, sob pena de serem responsabilizados civil e criminalmente, a questão agora que se coloca é, se de facto haverá mudança no comportamento e actitudes de governação de todos aqueles que desta forma se comprometeram publicamente. Será que agora haverá mais rigor e fiscalização dos actos administrativos a serem praticados pelos titulares e demais responsáveis do Estado? Haverá ou não mudança?
O filme terminou como previsto: os cidadãos votaram. A fraude eleitoral ocorreu. Os partidos a denunciaram com todas as forças e surgiu um impasse que parecia indicar que desta vez a luta pela verdade eleitoral seria alcançada, a bem do Interesse Nacional. Nada disso. Antes, pelo contrário, os partidos, um a um, demonstraram – mais uma vez – que não passam de empresas familiares (cantinas políticas), por mais que os seus defensores tentem provar o contrário (apresentando argumentos-balela para anestesiarem os incautos e crédulos). A fraude prevaleceu e a "4ª República" nasceu. João Lourenço, o vencedor fabricado, tomou posse. Os “deputados eleitos” tomaram posse. O Povo, este, saiu enganado, usado e derrotado por essa gente que finge governar (MPLA) e que finge fazer oposição (os partidos-negócio). E assim prossegue a vida em Angola, o Estado-negócio.
Por Nuno Álvaro Dala
Não e segredo para ninguém, que presidente da República de Angola, João Manuel Gonçalves Lourenço, parece estar verdadeiramente mergulhado num autêntico (ninho de marimbondos),do qual não se livraria, se não conseguir buscar com sabedoria/inteligência, necessárias, um grande respaldo internacional, com vista a afastar a todos os delinquentes do regime de Santos, que ainda o rodeiam e, que fizeram com que os países do mundo livre, particularmente os EUA, retirassem os dólares Norte Americanos, dos bancos Angolanos, geridos pelos filhos de Santos, particularmente Isabel dos Santos/Jose Filomeno de Sousa dos Santos (Zenu),o consequente bloqueio de quase todo o sistema financeiro da nossa terra, do convívio dos países civilizados, com ele o descrédito das instituições Angolanas, do regime do MPLA e dos seus lideres, perante os países democráticos a volta do mundo.
Por Orlando Fonseca/Sul da Florida - USA