O Governo angolano extinguiu a Empresa Nacional de Cimentos de Angola — Cimangola-U.E.E. —, 32 anos depois da sua criação, numa decisão que encerra formalmente uma empresa pública que já não produzia cimento, mas que voltou a colocar em cima da mesa as dúvidas nunca totalmente esclarecidas sobre o negócio que deu a Isabel dos Santos o controlo da cimenteira.