O antigo primeiro-ministro de Angola, Marcolino Moco, defendeu a necessidade de o país aprofundar o processo de reconciliação nacional e promover um eventual “pacto de transição” política, num momento em que diferentes debates públicos voltam a levantar questões sobre o futuro da liderança do Estado e o funcionamento das instituições.
Participantes ao Congresso Nacional da Reconciliação instam o Presidente angolano a criar uma Comissão da Verdade, da Reconciliação e da Justiça Restaurativa, "totalmente despartidarizada", considerando que o pais precisa de um "Pacto de Nação" e reconciliação permanente.
O arcebispo emérito do Lubango defendeu hoje que o lema “um só povo, uma só nação” deve tornar-se uma realidade em Angola, que o país deve reencontrar-se e ter uma bandeira e um hino mais consensuais.
O deputado do MPLA Mário Pinto de Andrade defendeu hoje, em Luanda, que “chegou a altura de amar” Angola, salientando que as famílias angolanas “estão reconciliadas” e o partido está a trabalhar para manter a confiança dos angolanos.
O presidente da UNITA estranhou hoje a ausência do Governo no Congresso Nacional da Reconciliação, que decorre em Luanda, afirmando que "Angola não está reconciliada" e que o país "não corresponde aos sonhos" de uma nação inclusiva e justa.