ONG angolanas criticaram recentemente ameaças da FLEC a cidadãos chineses e, em resposta, o movimento separatista pede a essas organizações para exigirem um diálogo entre o grupo armado e as autoridades de Angola.
O presidente da Assembleia Nacional de Angola endereçou uma carta ao seu homólogo do Parlamento Europeu, na qual repudia a resolução tomada por aquele órgão sobre limitações de liberdades no país africano.