Sábado, 19 de Outubro de 2019
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Quinta, 19 Setembro 2019 12:21

Candidatos à liderança da UNITA recorrem a ensinamentos de Jonas Savimbi

Numa declaração hoje tornada publica intitulada “Qual a outra razão que me leva a ser candidato à liderança da UNITA, o general na reserva Abílio Kamalata Numa, apresenta as suas seis teses à presidência do partido fundado por Jonas Savimbi, morto em combate em 2002 na província do Moxico.

Entre outros argumentos de razão, Abílio Kamalata Numa, depois de traçar o seu percurso militar nas extintas FALA, antigo braço armado da UNITA, diz ser a pessoa com a trajectória que determinou um perfil que está estampado na “minha folha de serviço junto do povo angolano”, feita sempre como homem livre e nunca condicionado pela corrupção, feita pela coerência, pela “disciplina e muito trabalho”.

“Demostrei isso quando fui secretário para Assuntos Políticos na Comissão de Gestão, quando fui Secretário-geral da UNITA. Esta experiência serviu de laboratório que tem fundamentos sólidos no quadro da nossa doutrina e ideologia na perspectiva de continuar a aprofundar os caminhos que vão conduzir a UNITA a elevar-se a partido Pan-africano moderno”, alertando os angolanos e membros da UNITA com ensinamento do líder fundador daquela formação política, Jonas Savimbi, que “se não tiverdes consciência da vossa força sereis vítimas da vossa própria ignorância”.

O manifesto de apoio a candidatura de Adalberto Costa Júnior, ontem, tornado público, em Luanda, também socorreu-se dos ensinamentos de Jonas Savimbi: “Não se pode insultar o passado para se merecer o futuro”.

Encabeçada por um grupo de militantes da UNITA, num total de 126 personalidades, alguns dos quais históricos daquele partido, com destaque para José Samuel Chiwale; Ernesto Joaquim Mulato; Mártires Correa Victor “Kavula Ndungue; Demóstenes Chilingutila; Isaías Chitombi; Horácio Junjuvili; Jardo Muekália; Victorino Domingos Hossi; Esmaiel M. Seteko Sakaita Savimbi, entre outros, sustentam a candidatura de Adalberto Costa Júnior como a sua aposta “porque é chegado o tempo de promover uma liderança mais jovem” que projecte o partido para o futuro. “Ele nos garante que formará a ponte entre a experiencia e a sabedoria dos Mais Velhos e a perspicácia e a irreverência da Juventude a quem pertence não só o porvir, mas também a garantia da continuidade do projecto comum por Angola”.

“Nós os participes desta epopeia que de Muangai emergiu até aos nossos dias, declaramos a importância da candidatura de Adalberto Costa Júnior. Adalberto Costa Júnior tem história de participação na luta da UNITA, e vem fazendo um longo percurso de militância constante e consequente e tem contado com o reconhecimento e a confiança dos angolanos dentro e fora do Partido”, lê-se ainda no documento.

“Fazemo-lo por reconhecermos-lhe atributos que correspondem aos desígnios dos desafios do momento, que a UNITA enfrenta, e porque temos a certeza que estamos todos prontos e que em torno do princípio da Direcção Colectiva, a causa dos angolanos triunfará”, refere ainda o manifesto

Concorrem à liderança da UNITA, Adalberto Costa Júnior, José Perdo Kachiungo, Abílio Kamalata Numa, Alcides Sakala e Raul Danda, cujo XIII Congresso Ordinário acontece em Novembro próximo. VANGUARDA

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