Sexta, 22 de Novembro de 2019
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Sábado, 09 Novembro 2019 12:04

Vice-presidente do partido diz que boato e intriga não derrota o MPLA

O MPLA jamais será derrotado com o ataque de alguns as suas principais figuras ou semeando o boato, a intriga e a inverdade no seu seio, afirmou hoje, sábado, em Cabinda, a vice-presidente do partido.

“Conhecem-nos muito mal. O MPLA é um partido maduro que venceu sempre os seus desafios”, vincou Luísa Damião num acto poítico de massas na cidade de Cabinda.

Perante milhares de militantes, que lotaram o Pavilhão Gimnodesportivo de Mbaka, a dirigente política frisou que há consciência de que existirão sempre dificuldades, assim é a vida, mas “a vantagem é de nunca negociarmos os nossos princípios e valores, assim como a perene responsabilidade de que, a pátria está em primeiro lugar”.

Desafios do MPLA

Na sua alocução, falou dos desafios do MPLA, relacionados com as eleições autárquicas e gerais, bem como do programa de moralização da sociedade, que deve sempre ser motivo de diálogo, debate e sensibilização dos cidadãos e das famílias angolanas.

Esses desafios, alertou os militantes, requerem inteligência e visão estratégica, começando com o rigor e disciplina na organização e funcionamento das estruturas partidárias.

Para efeito, chamou atenção para o aprimoramento da base de dados da organização, devendo-se saber como e aonde estão os militantes e como tem sido a sua contribuição em torno do partido.

Advogou, também, o contínuo desenvolvimento das habilidades de persuasão, para o debate e combate político nos espaços de diálogo, principalmente de uma melhor e maior inserção activa do MPLA no seio da sociedade, nos média tradicionais e redes sociais, com espírito criativo e inovador, olhando para as diferentes realidades regionais e do país no geral.

“Temos de ser capazes de mobilizar cada vez mais cidadãos para as nossas fileiras, visando a vitalidade do nosso partido e das nossas organizações sociais, a OMA e a JMPLA”, apelou.

Por isso, a vice-presidente defendeu um partido cada vez mais aberto a sociedade civil, trabalhando mais com os cidadãos, em geral, com os homens da arte e da cultura, com os líderes das mais representativas e influentes confissões religiosas, com os líderes comunitários, com os jovens e mulheres, tal como é a visão do Presidente do MPLA, João Lourenço.

Na sua óptica, a rápida adaptação do MPLA a modernidade e a inovação no próprio funcionamento interno, assegura a sua capacidade administrativa às exigências das batalhas políticas e da própria democracia.

“O momento que vivemos exige coragem, disciplina, determinação, consistência e coerência política. Exige que o MPLA a todos níveis cerre fileiras em torno das reformas em curso no país e do seu líder João Lourenço”, asseverou

O acto político encerrou a jornada de trabalho da vice-presidente do MPLA em Cabinda, onde, durante quatro dias, inteirou-se do funcionamento das estruturas do partido e da situação socioeconómica do enclave.

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