Desde a introdução do multipartidarismo em Angola, em 1992, os sucessivos processos eleitorais — realizados em 1992, 2008, 2012, 2017 e 2022 — têm sido acompanhados por denúncias de irregularidades levantadas pela oposição e por setores da sociedade civil.
As eleições são, em teoria, o momento mais elevado da expressão democrática de um povo. Representam a oportunidade de escolha, alternância e legitimação do poder político. Em Angola, contudo, o debate sobre a transparência eleitoral tornou-se recorrente e estrutural.
Os mercados informais, conhecidos popularmente como “praças”, desempenham um papel fundamental na vida econômica e social de Angola. Eles garantem o acesso a alimentos a preços acessíveis e sustentam milhares de famílias que dependem do comércio diário para sobreviver. No entanto, apesar da sua importância para a segurança alimentar e geração de renda, a qualidade dos alimentos vendidos nesses espaços tem levantado sérias preocupações de saúde pública, especialmente em Luanda.
O ministro de Estado e chefe da Casa Militar do Presidente da República, Francisco Pereira Furtado, declarou, sexta-feira, na cidade do Lubango, Huíla, a inoperância bélica da FLEC na província da Cabinda.